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Mensagem  Krieger em Qua 14 Abr 2010, 01:35

Vou dar uma breve "nota do autor" antes de introduzir o primeiro capítulo desta saga.

Há aproximadamente dois anos, seis estudantes do terceiro ano do Ensino Médio, seis seres desprovidos de vida, sendo três ávidos jogadores de World of Warcraft, dois jogadores de Ragnarök e um que não jogava muito, mas que estava igualmente desocupado estudando para o Colégio Naval, resolveram que seria muito bom jogar o que poderia ser a última aventura em RPG de papel da vida deles.

Acredito que já tenham deduzido que um desses seis era eu, Gustavo Krieger. Decidimos seguir a genialidade de Marcelo Cassaro, Rogério Saladino e JM Trevisan e escolhemos o nacionalíssimo estilo 3D&T dentro do mundo de Arton (local onde se passam histórias conhecidas a nível nacional, como Holy Avenger e Dado Selvagem). E como todos queríamos ser aventureiros, dois de nós resolvemos alternar o papel de Mestre.

Enfim, a minha fic é baseada nesse conjunto de aventuras que nós vivemos no segundo semestre de 2008. Eu a posto aqui em partes (como Jack, o Estripador), a exemplo de meu amigo (e um dos aventureiros) Bruno Morgado.

Vejo que falhei miseravelmente ao atentar uma "breve" apresentação, mas no final das contas, o que eu mais viso é que todos gostem. E por favor, sintam-se livres para fazer críticas construtivas, tentarei mudar tudo o que for necessário.

Obrigado,
Gustavo Krieger.
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Mensagem  Krieger em Qua 14 Abr 2010, 01:40

Capítulo I – O Paladino e o Swashbuckler.

Mais uma noite se iniciava na vida de Gin-Iro Kami, o Swashbuckler que auto intitulava-se o mais aclamado de Valkaria. De fato, muitas pessoas o amavam, mas não por ser famoso e sim por seu jeito afetuoso de tratar às mulheres e toda a atenção que ele dava aos homens valkarianos. Sem falar em todo o mistério, afinal ele nunca tirara sua máscara em público. Não chegava a ser famoso, por assim dizer, mas tinha seu próprio fã-clube (em sua maioria constituído por mulheres “encalhadas” que o queriam como marido).
Mas, nessa noite em particular, algo especial o aguardava.
Enquanto ele descia de sua cabana para a cidade de Valkaria, notou de longe a comoção, como se o povo todo estivesse agitado (ainda mais do que já era normal naquela cidade). Ao descer, perguntou à primeira donzela o porque de toda aquela movimentação.
“Você não soube? Eles estão na taverna!”.
E antes que ele pudesse interrogá-la mais adiante, ela desapareceu no meio da multidão. Com sua curiosidade fervilhando, ele rumou para a taverna mais próxima para obter mais detalhes sobre os acontecimentos da cidade.
Ao entrar na taverna, viu sua querida taverneira linda como sempre limpando um copo qualquer (não que ele estivesse olhando o copo). Lá dentro havia também um sujeito encapuzado e um anão que pelos trajes era servo de Thyatis, mas Gin-Iro não reparou em nenhum deles e se dirigiu diretamente à taverneira,
“Boa noite mademoiselle. Como vai a mais bela dentre todas as flores de Arton?”.
“Boa noite sr Kami. Vejo que o senhor continua galante como sempre.”
“E a senhora linda como nunca.”
“Que bons ventos o trazem aqui nobre aventureiro?”.
“Reparei que Valkaria está mais agitada do que é costumeiro...”
“O senhor não soube? Vai haver um campeonato com os melhores de cada cidade do Reinado! As eliminatórias já foram concluídas agora só falta um mês para que o torneio se inicie e vai haver uma grande cerimônia pela manhã!”
“E quem foi o escolhido para representar Valkaria?”
“EU!” Diz uma voz rouca à sua esquerda. Aparentemente o anão estava prestando atenção à conversa até aquele ponto, quando resolveu interferir.
Gin-Iro fitou aquele anão trajado em uma armadura vermelha e amarela com uma fênix no peito (sinal portado apenas por clérigos e paladinos de Thyatis), um martelo de guerra pendurado em seu quadril e uma longa barba (característica típica dos anões) e tentou pensar em alguma expressão inteligentíssima de desprezo, mas a única coisa que veio em sua cabeça naquele momento foi:
“Tch...”
“O que você quis dizer com isso?” Perguntou o anão.
“Nada, só que obviamente ocorreu um equívoco, com certeza eu sou muito mais qualificado para representar Valkaria do que um anão metido a imortal!”
“Como é?”
“E além disso, quem foi que distribuiu os convites pro evento? Por que eu não fui chamado?”
Agora foi a vez da taverneira se intrometer no conflito entre o anão e o Swashbuckler,
“Er, eu que distribui os convites, mas não pensei que o senhor estaria interessado...”
“Como EU não estaria interessado em duelar contra guerreiros de vários lugares do Reinado? Eu, o maior Swashbuckler de todo o Reinado. Tu me ofendes com essa tua linha de raciocínio milady. Depois dessa grave ofensa à minha pessoa eu fazer-meei ausente! ADEUS!” e dirigindo-se ao anão disse por final:
“Companheiro, que Nimb role bons dados pra você.” E com isso retirou-se da taverna para concluir seus “afazeres” noturnos.

...
Manhã. Uma imensa multidão se encontra na área central de Valkaria, próxima à estátua da deusa de mesmo nome. O anão chamado Mjolnir, paladino de Thyatis, natural da cidadezinha conhecida como Talinthar, no reino de Hongari, estava excitado com o juramento que faria ao Imperador-Rei Thormy do reino de Deheon (onde fica situada a cidade de Valkaria) oficializando sua participação como Campeão de Valkaria no Torneio das Cidades, mas junto à essa excitação, ele estava experimentando um tipo de premonição de que algo ia sair errado, ou simplesmente fora do normal. E, de fato, estava certo.
Chegou a hora da cerimônia de juramento, Mjolnir, com sua armadura recentemente lustrada, ajoelhou-se perante o rei apoiado em seu poderoso martelo de guerra e ouviu, pacientemente o discurso longo e entediante sobre lealdade, força de vontade e vigor. Na hora em que o paladino de Thyatis ia dizer “eu juro”, ecoou por todo o centro da cidade um grito que fez todos olharem para trás.
“PERAÊ!!!” e, nessa hora, surge um homem de roupas e luvas vermelhas, capa, botas e cinto amarelos, com olhos também amarelos, com sua tradicional máscara vermelha, agitando seus longos cabelos prateados e brandindo sua cimitarra de lâmina negra, abrindo espaço pelo meio da multidão até chegar ao centro onde soldados faziam barreira para proteger o rei e o paladino. Barreira esta que ele facilmente pulou gritando:
“Onde está a sua honra, paladino de Thyatis? Onde fica a sua honra sabendo que existe um guerreiro muito superior a você que nem teve a chance de ser testado? Se não fizer isso pela minha honra ou pela sua própria, faça pelo seu deus. Onde acha que fica a popularidade de Thyatis ao saber que um de seus paladinos recusou um desafio vindo de um reles Swashbuckler?”
Ao terminar esse pequeno discurso toda a platéia vai a loucura e começa a clamar por Gin-Iro Kami, que completa dizendo:
“Eu te desafio a um duelo, paladino. E que Nimb ajude ao melhor de nós!”
Mjolnir não tinha como recusar o desafio de Gin-Iro Kami, pois seria um insulto ao seu tão amado deus da ressurreição. E não fosse por isso, seu próprio orgulho anão estava ferido pelo desafio daquele exibido de orelhas pontudas.
“Eu aceito seu desafio.” Disse ele enquanto rezava para Thyatis por proteção, e puxava seu pesado martelo de guerra para a peleja.
O Swashbuckler fez o primeiro movimento, correndo muito velozmente na direção do anão, sem dar chance a este de se esquivar ou defender. A sorte do pequeno paladino de Thyatis foi que o rei percebeu a força que seria desferida nesse ataque do Swashbuckler e deu sinal a um soldado para que se pusesse na frente do golpe da cimitarra negra de Gin-Iro Kami, o que o matou instantaneamente.
“BASTA!” Ordenou o rei. “Minha vontade, swashbuckler, era te jogar nas masmorras por seus inúmeros crimes recém cometidos, principalmente o assassinato de um de meus guardas. No entanto, vejo que és realmente poderoso e sinto-me compelido a nomeá-lo o verdadeiro Campeão da cidade de Valkaria!”
“Mas e quanto a mim?” Perguntou Mjolnir.
“Valkaria terá dois Campeões!” Disse o rei.
E, com isso, a platéia toda desatou a aplaudir e a gritar. Uns gritavam pelo rei. Outros, por Mjolnir. Mas a maior parte clamava loucamente por Gin-Iro Kami (principalmente as mulheres). Gin-Iro agradecia alegre e verdadeiramente a todas as pessoas que haviam torcido por ele em seu duelo. O Imperador-Rei Thormy não parava de pensar em como os regentes dos outros reinos reagiriam ao saber que Valkaria teria dois Campeões. Mjolnir, após usar sua magia de paladino para ressucitar o guarda caído (afinal, ele havia morrido para protegê-lo), ficou quieto, se sentindo desonrado com a batalha que ele havia perdido sem ter tido sequer a chance de lutar. Mas ele não desgostava de Gin-Iro. Simplesmente o achava um tanto metido, um tanto abusado, às vezes desagradável, mas sempre engraçado e quase sempre educado. Ou seja, um Swashbuckler completo. Mas havia algo nele que não estava certo, embora o anão não soubesse ao certo o que era. E ele, mais uma vez, não estava errado.
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Mensagem  [WM] Morgado em Qua 14 Abr 2010, 09:31

Eu sou um pouco suspeito pra falar alguma coisa^^
essa historia me lembra muitas coisas engraçadas que aconteceram naquela sala de aula...
mas tentando ser um crítico O.O....Eu tenho que falar que gostei cara
as regras de linquistica estão quase 100% se não for 100% corretas.
tem um ritmo muito bom que nós faz querer saber o que vai acontecer
(embora eu ja saiba XD)...mas vou ler também sem sombra de dúvidas^^
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No-Lifers - By Krieger Empty Capítulo II

Mensagem  Krieger em Qui 15 Abr 2010, 00:45

Capítulo II – Encontro na Taverna.

Vem chegando a noite, e Gin-Iro Kami vai se arrumando mais uma vez para ir à Valkaria. Enquanto desce, nota que a cidade está mais uma vez agitada (o que era, com certeza, mau para seus “negócios”).
A cinco metros de distância da porta, já se ouvia música alta vinda de dentro da taverna. Na taverna, desta vez lotada, viu muita gente alegre. Alguns dançando, outros conversando, casais namorando, mas o que realmente chamou sua atenção foi um grupo (pelo visto, composto de aventureiros) que estava sentado em torno de uma mesa redonda bebendo, e, entre eles, estava Mjolnir.
“E aí, ‘Jolna’?”
“É Mjolnir...”
“Tanto faz, sua mãe não gosta de você de qualquer jeito (nomezinho feio do caralho). Mas enfim, o que você tá fazendo nessa joça com esses caras estranhos?”
O estranho sentado à sua esquerda não chegava a medir um metro de altura e sua cabeça estava coberta pelo capuz de sua capa preta, a mesma cor de todo o seu vestuário. Ao lado dele, encontrava-se um elfo-do-céu vestindo uma armadura de couro e segurando um cajado. Foi ele quem falou primeiro.
"Então é você o mais poderoso campeão de Valkaria?"
"O próprio." Respondeu Gin-Iro lisonjeado.
Ressoou pela mesa um alto "AHEM" vindo, evidentemente, do servo de Thyatis, a que o swashbuckler respondeu ironicamente:
"Quer um 'Benalet'? Sua garganta não me parece estar muito boa." E voltou sua atenção aos outros aventureiros da mesa, mais especificamente ao elfo-do-céu que falara com ele em primeiro lugar, "Mas como eu ia dizendo, sim, eu sou o VERDADEIRO campeão de Valkaria, defensor do povo destas terras (das damas, em especial), e terror das taverneiras artonianas."
"Sem falar que é a pessoa mais humilde no recinto." Resmungou Mjolnir.
"Enfim," retomou o swashbuckler, "meu nome é Gin-Iro Kami e eu sou um swashbuckler. Quem são vocês?"
"Meu nome é Aragorn, e eu sou um feiticeiro vindo das longínquas terras de Lenórienn. Sou o campeão da cidade dos Elfos." Respondeu o elfo-do-céu.
"Ah! Competição! Espero que você me dê mais trabalho do que esse projeto de paladino sentado ao seu lado." Respondeu Gin-Iro sem perder a oportunidade de provocar o orgulhoso Anão.
Eis que de forma rápida e repentina como uma bala, o pequenino de negras vestimentas levanta e, num ágil movimento, procura acertar com a sua adaga a jugular do estranho falastrão de tendências narcisistas.
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Mensagem  [WM] Morgado em Qui 15 Abr 2010, 09:26

Nem presciso falar quem é o baixinho que tenta cortar a jugular dele Twisted Evil
hahahahahaahahaha....bons tempos^^
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No-Lifers - By Krieger Empty Capítulo III

Mensagem  Krieger em Sex 16 Abr 2010, 02:51

Capítulo III – Kuroneko, o ladrão.

Não é que Kuroneko, o maior ladino do seu vilarejo nas Colinas, quisesse realmente matar aquele ser, mas acontece que as vozes mandaram. Para a sorte de Gin-Iro, e para o azar de Kuroneko, o swashbuckler era tão rápido quanto o ladino e tinha ótimos instintos, que o avisaram a tempo do perigo. A adaga meramente raspou por seu pescoço e a surpresa de Kuroneko foi tal que, perplexo demorou a desferir um segundo ataque. O tempo necessário para Gin-Iro Kami levantar-se, girar e puxar sua... sua...
"Calma aí! Cadê minha espada?" Indagou em alta voz o perplexo herói.
"Você quer dizer, ESTA espada?" Respondeu o agressor de dedos leves, completando com, "aposto que você nem me viu roubá-la enquanto se gabava de toda a sua astúcia para quem quisesse ouvir. E agora, sua falta de humildade será a sua morte."
Gin-Iro olhou a sombra encapuzada que seria o rosto do ladrão de sua amada cimitarra e sorriu, dizendo em tom desdenhoso:
"Quer apostar?" E com isso desferiu um soco tão súbito que Kuroneko não teve tempo de se esquivar ou de defender. Mesmo atordoado, o ladrão não perdeu tempo e tentou atacar Gin-Iro Kami com sua adaga, desta vez mirando em seu peito, mas o swashbuckler estava preparado desta vez e conseguiu esquivar-se (embora com certa dificuldade, desta vez), e num movimento rápido, pegou uma garrafa e arremessou de encontro à cabeça de seu agressor. Este esquivou e preparou-se para atacar Gin-Iro com sua própria espada, mas o Halfling teve sérias dificuldades para empunhar de maneira correta uma espada que fosse maior que ele próprio e deu ao swashbuckler a chance que ele precisava para recuperar a sua arma. Gin-Iro segurou a mão de Kuroneko que empunhava sua espada com uma de suas mãos, e o chutou para trás com a sola do pé.
Reunido com sua tão amada cimitarra, Gin-Iro disse:
"Faça-me o obséquio de não encostar novamente na minha linda cimitarra, pois da próxima vez, isso será a sua morte, Halfling." E completou dizendo, "Desta vez, contudo, você terá minha clemência desde que abasteça a todos na taverna com largas doses das melhores bebidas que tivermos."
O ladino (após levantar-se dolorido de uma mesa quebrada) obedeceu, gastando, sem que ninguém percebesse, as moedas que ele havia roubado de diversas pessoas na taverna.
Sentando de volta à mesa, Gin-Iro Kami perguntou-lhe em um tom nem tão amistoso:
"Quem é você e qual o motivo de sua agressão?"
"Sou Kuroneko, o maior ladino dentre todos os Halflings e o campeão das Colinas. Quanto ao atentado à sua vida, eu peço desculpas. Eu sofro uma terrível aflição. Todos os dias sou compelido a matar alguém pelas vozes na minha cabeça, e você estava perto de mim falando asneiras em alta entonação." Respondeu cabisbaixo o ladrão.
"Se você é o campeão das Colinas, o que fazia em Malpetrim, onde nos encontramos?" Perguntou Aragorn, saindo de seu silêncio pela primeira vez desde antes da peleja entre Gin-Iro Kami e Kuroneko.
"Acontece que eu era o mais famoso ladino do meu vilarejo..."
"E o que isso tem a ver com qualquer coisa?" Interrompeu Mjolnir.
"Você é tão burro quanto é feio?" Disse o ladrão irritadamente, "na minha profissão, fama é sinônimo de cadeia! Ou o senhor espera que um ladino cleptomaníaco, assassino e com fortes tendências sádicas tenha outro destino que não os calabouços?
"Acontece que meu pai era o líder do meu vilarejo e jamais prenderia ou executaria seu filho. Quando ele foi ameaçado de ser deposto, viu-se obrigado a me banir de lá. Pouco tempo depois ele morreu de desgosto e meu irmão mais velho assumiu o controle do vilarejo.
"Enfim, me mudei pra Malpetrim que, por ser uma cidade grande e cheia de projetos de ladinos, garantiria o anonimato de meus crimes. Até que anteontem eu acordei com um maldito Gnomo roubando a janela do meu quarto, o persegui até o coração da cidade (que estava bem mais lotado do que o normal), onde encontrei este elfo-do-céu que tentava fazer perguntas ao Gnomo que carregava minha janela. Esfaqueei dito Gnomo pelas costas e recuperei o que era meu por direito. Teria dado tudo certo, se esse merda não tivesse chamado os guardas. Eu o teria matado, se não tivesse que sair correndo que nem um louco até minha casa com uma maldita janela embaixo do braço. Chegando em casa, tinha um mensageiro do vilarejo esperando por mim. Meu irmão havia morrido de alguma doença incurável, e como ele não tinha filhos, EU deveria ser o próximo líder da minha aldeia. Mas, por conta de meus crimes, o povo resolveu que eu devo passar por um teste para saber se os deuses me querem como regente da minha aldeia. Por isso eu sou o campeão das Colinas.
"Depois de matar o mensageiro por me dar más notícias e de esconder o corpo, o elfo me alcançou. Eu expliquei o motivo de ter matado aquele maldito Gnomo e que se ele não calasse a boca, ele era o próximo. Ele não se intimidou, e quando íamos começar a lutar, ele entrou em transe e botou fogo na minha casa, o que me deixou PUTO!"
"Quantas vezes eu tenho que pedir desculpas?" Perguntou o feiticeiro.
"Quantas vezes eu tenho que te falar aonde enfiar essas desculpas?" Respondeu Kuroneko. "Mas, voltando à minha história, eu tive que jogar uma pedra na cara dele para que parasse de incendiar tudo que tinha à sua volta. De qualquer forma, um fogo daquela escala, chamou a atenção dos guardas, que vieram correndo e nos pegaram bem no foco de tudo. Eis que este imbecil fez a única coisa decente que podia e me agarrou pelos braços e saiu voando em direção a Valkaria, onde o torneio será realizado.
"Enquanto conversávamos, descobri que ele também é um dos campeões." Disse Kuroneko, finalmente terminando sua história.
Depois de um longo silêncio durante o qual os quatro heróis esvaziaram completamente suas canecas, Mjolnir disse:
"Então você é um assassino cleptomaníaco em busca de rendenção e aprovação divina, ele é um maluco narcisista metido a galã de teatro e que se acha a última gota do tonel e eu sou um guerreiro a serviço do deus da ressureição. E você, feiticeiro, qual a sua história? Por que incendiou a casa deste Halfling?"
Aragorn abaixou a cabeça, esvaziou outra caneca e disse:
"Minha vida não é de seu concernimento. No entanto, me parece que foi desígnio divino que nos uniu nesta mesma mesa de taverna. Sendo este o caso, não há como desfazer o destino que nos dá esses laços de insanidade. Contarei-lhes, então parte de minha história, embora peça-os que não façam perguntas..."
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Mensagem  [WM] Morgado em Sex 16 Abr 2010, 16:22

Ai cara adorei o jeito que você pegou o jeito dos personagens como eles realmente foram no jogo^^
Ta muito show...muito show mesmo^^
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No-Lifers - By Krieger Empty Capítulo IV

Mensagem  Krieger em Sab 17 Abr 2010, 03:08

Capítulo IV – Fire in the sky.

"Sempre tive fascínio por fogo. Suas cores, seu movimento tão vivo! Sua beleza é incomparável. Nunca pude ficar muito próximo a coisas combustíveis sem me sentir tentado a incendiar alguma coisa.
"Outro talento que desenvolvi desde cedo foi o das artes arcanas. Quando eu era mais velho, e já estava sendo treinado no ramo da feitiçaria pela Academia Arcana, resolvi juntar minhas duas paixões, me especializando em magias de fogo.
"Um dia eu estava dormindo no meu alojamento, quando ouvi um barulho estranho. Levantei-me imediatamente e fui verificar o que poderia estar acontecendo. Quando cheguei ao quarto de onde viera o som, deparei-me com Morgor, um de meus mais estimados amigos, roubando todo e qualquer item de valor dos nossos outros colegas. Perguntei-lhe por que demônios ele estaria cometendo aquele ato desprezível, e ele disse que fora reprovado em seu exame final e agora roubaria tibares e itens de valor até que se sentisse compensado por todo o tempo desperdiçado naquela maldita academia flutuante.
"Ordenei-lhe que parasse, mas ele me ignorou. Disse-lhe que acordaria a todos naquele quarto se ele não desistisse, ele disse ter jogado um feitiço de sono em todos. Falei que iria imediatamente falar com o Mestre Talude, ele disse que não poderia permitir que eu fizesse aquilo.
"Quando cheguei à frente da porta, ela bateu na minha cara. Virei de frente para ele bem a tempo de desviar, por pura sorte, devo admitir, de um trovão lançado pela ponta de seu dedo indicador. Quando o raio atingiu a porta, esta explodiu, acordando todos em todos os dormitórios, exceto naquele.
"'Não vou errar duas vezes.' Disse-me Morgor com raiva nos olhos. Nós nos olhamos durante longos dez segundos. Lancei uma bola de fogo ao mesmo tempo que ele lançou a magia 'Trovão' uma segunda vez. As duas magias se chocaram, explodindo no ar.
"Até hoje eu não sei o que aconteceu. Só o que se sabe de fato é que a magia dele fez a minha bola de fogo se dividir em todas as direções, criando vários pequenos incêndios por todo o quarto. A minha teoria é que, quando o trovão passou pela minha bola de fogo, a magia instável lançada por meu rival, tenha absorvido alguma coisa da minha, e me atingido na testa. Por algum motivo, eu não morri, mas entrei em um estado onde eu não conseguia me mexer, embora tivesse consciência de tudo. O fogo começou a emanar de mim em todas as direções, mas por algum motivo não me afetava.
"Quando acordei, vi que estava na enfermaria da Academia Arcana. Mestre Talude me observava de perto. Perguntei se todos estavam bem. Talude me disse que eu matara sete pessoas naquela noite. Morgor sofrera sérias queimaduras, mas ficaria bem. Talude expulsou-me da Academia assim que eu tive alta na ala médica. Morgor dissera que eu estava roubando de meus colegas, e que quando ele tentou intervir, eu tentei matá-lo e incendiei o quarto. Tentei desmenti-lo, mas a única coisa que as testemunhas viram foi o fogo emanando de meu corpo, queimando pessoas em seus profundos sonos."
Aragorn deu uma pausa em sua narrativa, para drenar mais um caneco de cerveja. Todos os que ouviam sua história estavam mudos, até Gin-Iro Kami, brincalhão por natureza, estava silenciado, tentando absorver cada palavra. O próprio ambiente barulhento da taverna parecia mais quieto. Como se todos ao redor estivessem tão tensos quanto os integrantes da conversa. O feiticeiro massageou lentamente os olhos com as pontas dos dedos, suspirou profundamente, e continuou:
"Desde então, sempre que eu fico nervoso, sinto o fogo querendo sair de mim. Às vezes é controlável, mas geralmente não. Um dia ainda pretendo procurar Morgor e matá-lo, mas até lá eu ainda vou provar para mim mesmo e para todos que eu domino o fogo, e não o oposto. Eu sou o mestre dos meus poderes, e não um mero fantoche pelo qual eles se manifestam quando bem entendem. Foi com essa mentalidade, que eu conquistei a minha vaga neste campeonato. Não perderei facilmente. Torrarei todos os meus oponentes de uma maneira ou de outra!"
"Calma lá, companheiro!" Intrometeu-se Gin-Iro, voltando a si. "Não esqueçamos que você vai lutar com os melhores dentre os melhores, e que se ganhar, ainda vai ter que me enfrentar na final!"
"Pretencioso desgraçado!" Exclamou Kuroneko. "Como você vai lutar na final, se morrer antes do torneio?"
"Quem vai me matar? Você?"
"Talvez..."
"Você não conseguiu dar conta do recado nem quando eu estava desarmado!"
"Foi diferente, eu não estava em mim. As vozes na minha cabeça estavam no comando!"
"Essa me parece uma desculpa bem conveniente. Acho que vou arrancar a sua cabeça e ter uma conversinha com essas tais 'vozes'"
"CALEM A BOCA OS DOIS!" Gritou Mjolnir, fazendo com que todos na taverna voltassem suas atenções para ele. "Er... eu me referia só a esses dois imbecis aqui, vocês podem voltar às suas atividades agora."
"Quem você acha que é para gritar desse jeito comigo?" Perguntou Kuroneko indignado para Mjolnir.
"Eu sou um paladino, e vocês deveriam me respeitar como tal." Respondeu o Anão, já se levantando.
"'Eu sou um paladino.'" Imitou Gin-Iro com a voz fina. "Grande merda! Se Thyatis te ama e protege tanto assim, por que não vem pra cima?"
"Ora seu..."
"Com licença, mas vocês são aventureiros?" Perguntou um velho, se aproximando da mesa onde todos, à excessão de Aragorn, estavam em pé.
"Eles, eu não sei. Mas eu sou o maior aventureiro de toda a cidade!" Disse Gin-Iro, finalmente acalmando-se. "O que desejas, bom senhor?"
"Estou encarecidamente necessitado de aventureiros para uma missão muito importante..."
"Conte comigo!" Interrompeu Gin-Iro, animado com a possibilidade de provar que era o melhor.
"E comigo." Disse Mjolnir, que nunca recusava uma missão.
"Se houver uma boa margem de lucro, eu me faço disponível também" Respondeu Kuroneko, ganancioso por natureza.
"Algo me diz que vocês vão precisar de mim para dar cobertura quando as coisas esquentarem." Disse Aragorn, que já não podia esperar por uma oportunidade de vencer sua piromania descontrolada. "Qual é a missão?"
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Mensagem  [WM] Morgado em Seg 19 Abr 2010, 10:39

haahahahhahahaahhahah
realmente me faz lembrar muitas coisas engraçadas nessa quest XD
mutio bom cara...continua ai
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Mensagem  [WM] Morgado em Ter 27 Abr 2010, 15:37

Dar cobertura quando as cosias esquentarem *bufa*
90% das vezes que as coisas "esquentaram" foram por culpa dele ¬¬
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No-Lifers - By Krieger Empty Capítulo V

Mensagem  Krieger em Qua 28 Abr 2010, 10:55

Capítulo V – Interferência divina?

O velho os guiou até a saída da taverna, onde um jovem humano de belos robes os aguardava com um ar de ansiedade.
"São estes os heróis que você me arrumou, velho?" Perguntou o jovem em tom de desdém.
"Sim, jovem mestre. Sei que não aparentam ser muito, mas era o maior e mais diversificado grupo de aventureiros naquela taverna. Aposto que eles o servirão muito bem." Respondeu o velho, dando um sorriso desdentado. "Agora se o senhor puder pagar pelos meus serviços, como prometeu, jovem mestre..."
"Aqui está, mendigo. 50 tibares de cobre. Vá beber seu whisky enquanto nós discutimos sobre a missão destes aventureiros que você escolheu de uma maneira um tanto quanto aleatória."
O velho sorriu ainda mais uma vez, puxando a ponta de seu chapéu verde para a frente, parcialmente encobrindo seus olhos, e disse:
"O maior poder que há no mundo, não é outro, se não o acaso. E no seu caso, jovem 'mestre', e no de todos estes aventureiros, garanto com 50% de certeza que bons dados foram rolados." Depois de dizer estas palavras o velho começou a gargalhar de forma maníaca e saiu cambaleando rua acima, até finalmente desaparecer.
Nem os heróis e nem o mago entenderam muito bem o que o velho mendigo dissera, nem perceberam que ele não era de fato um velho mendigo qualquer. Tratava-se de um dos avatares de Nimb, deus artoniano do acaso, da loucura e do caos e líder do Panteão ao lado de Khalmyr, deus da paz e da justiça. Os motivos que o compeliram a ajudar ao jovem aprendiz de mago em sua busca por heróis não são inteiramente claros. Talvez ele quisesse juntar os quatro heróis anormais da taverna e virá-los a um objetivo comum e observar o caos que poderia ser criado a partir disso. Talvez ele quisesse ajudar um humano qualquer naquele dia. Talvez ele quisesse muito ganhar 50 tibares de cobre. Considerando a extrema improbabilidade de que qualquer uma destas opções ser verdade, calcula-se que tenha sido um ato completamente randômico. De qualquer forma, não há como se compreender as coisas que compelem um deus a fazer qualquer coisa que seja, ainda mais o deus do acaso.
Voltando à história, nossos aventureiros conversavam com o jovem de boa aparência:
"Eu preciso de ajuda, ou melhor, Forond precisa. Ele é um mago muito poderoso, sou só seu aprendiz, meu nome é Joate. Venham comigo, serão bem recompensados.”
"Você disse recompensados?" Perguntou Kuroneko, ávido por riquezas.
"Sim! Meu mestre os recompensará muito bem. Não tenho os detalhes, fui instruído a levá-los até ele. Vamos?"
"Não sei se devo confiar em você, ou nesse seu tal mestre." Disse Mjolnir. "Eu acredito que a magia deva ser usada em prol dos deuses. Vocês, feiticeiros, magos, ou seja lá o quê, fazem uso dela focando o bem próprio."
"Se você tem algum problema com isso, por que não disse algo lá dentro?" Perguntou Aragorn um tanto ofendido. "Que tal eu fazer um favor aos deuses e fritar você inteiro?"
"Imbecil. Eu sou um Paladino de Thyatis, deus da ressurreição. Você pode me fritar trinta vezes, só vai me irritar. E quando eu voltar, você com certeza perderá suas asas. E possivelmente mais." Ameaçou o anão.
"Senhores, senhores. Deixem o homem falar!" Intrometeu-se Kuroneko, posicionando-se entre os dois. "Então a recompensa é grande?" Completou, dirigindo-se a Joate.
"Com certeza! E meu mestre não dividirá o dinheiro. Ele pagará a quantia inteira por cabeça." Respondeu o jovem aprendiz.
"Diga-me, projeto de mago, esse seu mestre tem alguma aprendiz mulher?" Perguntou Gin-Iro.
"Não." Respondeu Joate.
"Alguma filha?"
"Não."
"Sobrinha?"
"Não."
"Neta?"
"Não."
"Você tem alguma irmã?"
"Não."
"Alguma bela vizinha?"
"NÃO!" Gritou Joate completamente estressado. "Escutem, vocês querem a porcaria da missão, ou eu devo arrumar outro velho mendigo com insanidade aguda e higiene questinável para achar outro grupo de aventureiros inúteis?"
"Ok, nós estamos dentro." Disse Mjolnir.
"Quem é você pra falar por todos nós?" Perguntou Gin-Iro Kami.
"Como único representante dos deuses, acho que eu devo ser o lider do grupo." Respondeu o paladino, cheio de si.
"Nós não somos um grupo, este é um arranjo temporário feito por Nimb, tenho certeza." Disse o swashbuckler, sem ter noção do quão certo estava. "E com certeza você não é meu lider! Somos quatro aventureiros livres, viajando rumo a um objetivo comum."
"Vou tentar uma abordagem diferente. Dentro de meia hora, minha carruagem partirá na frente da estátua de Valkaria. Aqueles de vocês que quiserem ir, vão. Quem não quiser, passar bem." Ao dizer isso, o jovem simplesmente se virou e saiu andando.
Meia hora depois, aos pés da estátua de Valkaria, os quatro lá estavam discutindo, como de costume, mas todos juntos. Joate ficou feliz ao ver que conseguira um grupo de aventureiros como seu mestre pedira. Nimb rolava os dados do destino para aqueles heróis e sorria. Ele tinha certeza de que se divertiria bastante assistindo aquele grupo de aventureiros fazendo o que quer que o acaso mandasse (afinal de contas, Khalmyr cansara de jogar xadrez com ele por conta de seus excessivos roubos).
A carruagem, que era excessivamente luxuosa, saiu da cidade e andou mais alguns quilômetros até chegar na beira da floresta e parou na frente de um belo casarão.
"Enfim chegamos, senhores." Disse Joate.
"Uau!" Exclamou Gin-Iro. "Tem certeza que não mora uma única mulher nessa casa toda?"
"Pare de pensar nisso!" Disse Kuroneko. "Se a casa é tão bonita assim e a carruagem é tão luxuosa, imaginem o tamanho da recompensa!"
"Parem de discutir e entrem logo! Meu mestre os está aguardando."
Os heróis saíram da carruagem e encaminharam-se até o casarão sem a compania de Joate, que ficara para trás. O caminho até o casarão era lindo, feito em tijolos de mámore, e ao chegarem à porta, repararam que o batente era de ouro. Aragorn levantou a mão para bater, mas a porta abriu-se sozinha. Eles entraram. Por dentro da casa, tudo era tão belo quanto por fora. Havia estátuas antigas dos deuses, e um quadro de Wynna, deusa da magia, pendurado na parede, mas não havia ninguém na sala.
De repente, uma porta se abriu e alguém saiu mancando. Não. Alguém saiu praticamente se arrastando. Suas roupas visivelmente haviam sido belas em algum momento, mas agora eram verdadeiros trapos. Aquele bizarro ser andava em câmera lenta sem fazer qualquer som. Quando ele mostrou o seu rosto, os heróis levaram instintivamente suas mãos às armas. O rosto que eles viam já mostrava claros sinais de decomposição.
Era um zumbi.
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Mensagem  [WM] Morgado em Qua 28 Abr 2010, 16:40

Analises das personalidades XD
Gin-Iro...só pensa em mulheres XD
Kuroneko...só pensa em dinheiro XD
Aragorn...só pensa em fogo XD
Mjolnir...só pensa em seu "grande" Deus XD

Muito bom cara.....
(SPOILER) eu ainda lembro da vassoura que eu roubei desse cara XD
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Mensagem  Radamael em Dom 13 Jun 2010, 02:02

Krieger, meu querido amigo com nome de personagem de RPG... A história é fooooooooooooda!

Muito bom e no estilo que eu gosto!

Continua escrevendo isso aí

Por fim, só devo dizer que, por mais que eu goste de D&D... 3D&T ROCK'S!!!
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