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Mensagem  Jaum em Sex 14 Maio 2010, 17:01

Continuação...


         Patrícia arrastou Dado para fora e se jogou na traseira do carro, mas Dado precisava ir ao "banheiro", o que era sua desculpa para se recuperar. Ela ficou esperando animada enquanto ouvia os passos dele se afastando porque estava de olhos fechados e de costas, era parte da diversão quando não tinham fantasias de enfermeira ou bombeiro. Mas logo ela sentiu mãos firmes em seus cabelos e se sentiu mais excitada porque Dado tinha mudado de ideia.
         Dado estava andando a esmo e precisava urinar e precisava mesmo de uma desculpa para ganhar tempo. Andou enquanto ouvia Patrícia se preparando para ele, ela fazia isso com entusiasmo para apressa-lo. O rapaz se aliviou numa árvore larga sem pressa e se ele tivesse olhado para baixo teria visto um dedo de Tailor ou talvez a orelha. Não olhou, mas Patrícia olhou para traz e as mãos firmes que acariciavam seu corpo entorpecido pelo álcool correram para sua boca e ela assistiu chorando o estranho terminar e teve esperanças de que iria viver, mas o sorriso do homem se aproximou dos seus seios e ela tentou gritar, mas não conseguiu.
        Dado voltou ao carro calmamente ainda enrolando com o caminho para ganhar mais tempo . Dado demorou tempo demais para entender o que via, entender que aquele corpo sangrento vertendo vapor para o céu sem estrelas era sua namorada. Ele olhou o sangue escorreu do peito aberto, viu o coração batendo fraco, ele encarou o rosto sem olhos e quis dizer algo bom. Mas ele começou a chorar impotente de joelhos sem pensar em muita coisa ate que viu Carlos saindo da água e decidiu que não podia confiar nos amigos. ainda com lágrimas nos olhos levou a namorada ara dentro do carro e quis ir embora, mas a chave não estava na ignição.
        Quando o garoto viu a chave era tarde, eram três pessoas no carro e ele terminou mais um com Patrícia do que jamais quis. Carlos viu o carro sacudir, mas ele não queria ver o casal transando, nem ouvir. Logo pensou que teria alguma chance com as garotas depois de Tailor ter terminado. Ele pulou com a animação do pensamento e correu para espantar o frio deixando as roupas e o violão no chão onde estavam. Encontrou as garotas porque eram o único com da manhã. As duas coladas ainda coradas e ofegantes no chão entre as folhas e as roupas jogadas. Mara se levantou devagar quando ele chegou e Lucia se deixou adormecer no chão frio.

                _Vem cá fofo, deixa ela dormindo ai e eu e dou a melhor noite da sua vida.- Mara o segurava pelo braço e o puxava sem esforço.
                _ Ela tá bem ?- ele perguntou já em movimento.
                _Pode ficar com ela se quiser, mas eu vou contar quando ela acordar.
                _Não era isso, foda-se. Tem um banco aqui perto- Carlos falou pegando Mara no colo e correndo para longe enquanto um homem observava os três.
        O homem se aproximou da garota dormindo e decidiu que ela seria divertida por muito pouco tempo. Tocou seu rosto de leve para tirar um inseto e la tremeu " Tá frio, espera eu acordar". Ele sorriu da ironia, sempre permitia um ultimo desejo as vitimas que conseguiam fazer um.
        Alguns minutos depois Carlos abandonava a garota e xingava e reclamava e se agitava para limpar o vomito. Foi para o lago porque era a unica agua por perto. Enquanto se limpava olhou para trás para ver se Mara estava bem e a viu cambalear para uma árvore em direção a um pesadelo. Um homem com os olhos brilhando como o sol que nascia a pele branca suja de sangue e num cordão no pescoço ele tinha um par de olhos e uma língua e uma mão com o anel favorito de Tailor. Carlos mergulhou e nadou até o carro. Sem olhar para trás, sem pensar e quando saia da água ouviu o grito agudo da amiga quebrando o silencio tétrico. Correu para o carro enquanto o grito de dor da sua amiga continuava se alongando e se juntando seus irmãos. Encontrou a chave na ignição e não olhou para os lados porque a picape estaca forrada de sangue. O coração martelava o peito e as mãos suadas escorregavam no volante, mas os pés obedeceram e o carro saiu derrapando.
        O rapaz dirigiu por 150 quilômetros sentindo o fedor aumentar dentro do carro e quase batendo algumas vezes perdido no choro e no desespero e finalmente parou o carro e se jogou em frente a delegacia, gritando como um louco. Contou a sua historia por vezes seguidas, mas nem os corpos a tornavam verdade aquelas palavras. No começo foi tratado como vitima, depois como assassino desequilibrado e então os dois. Nenhum dos outros corpos foi encontrado, nem um pedaço, ele foi condenado a cinco anos em uma instituição de recuperação. Ele começou a duvidar da própria memória e quase acreditou que tinha matado os amigos, mas as manhãs calmas traziam tudo de volta o mundo se acalmava e ele enlouquecia. Conseguiu sair antes porque parecia poder se comportar, não foi para a casa em que morava, foi para longe morar com a avó.
         O dia da chegada foi bom, agitado e carinhoso. Ele acreditou que tudo estava bem e que ia passar logo. Preparou a sua cama no quarto reservado especialmente para ele quando se deitou encontrou um presente. Um embrulho bonito que ele olhou na penumbra do quarto, não sabia o que era então desatou calmamente a fita vermelha, desdobrou o papel bonito e teria gritado quando viu a marca de nascença de Mara junto com a tatuagem que Lucia tinha na virilha, mas ele já não podia fazer nada.

        
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Mensagem  Krieger em Sex 14 Maio 2010, 17:13

Very good, man! De bater palma em pé! Keep posting!
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Mensagem  Jaum em Sex 14 Maio 2010, 17:29

Versão 2





O céu noturno começa a clarear e as estrelas sumiam pouco a pouco. Perto do lago os passaros começariam a cantar e as flores a desabrochar e seriam as únicas testemunhas dessa manhã triste. Por enquanto o único som era um grupo de garotos que curtia no lugar errado.
Eram seis no total. um rapaz alto e magro com um violão e uma voz bonita, Carlos, uma moça rica alérgica a roupas decentes e viciada em álcool, Mara, um casal preso na picape que levou o grupo para o lago com a música alta demais e ocupados demais, Dado e Patrícia, um lutador profissional incapaz de soletrar o próprio nome, Tailor e uma garota que ia se formar graças a sua pericia na arte da sedução e a sua bela forma.
O lago ficava num parque bem grande bem no meio da cidade e era uma reserva florestal cheia de árvores nativas. Na beira do lago há uma cabana da guarda florestal e é lá que começa a historia. Jorge o guarda de 47 anos põe o uniforme e se apronta para acabar com a baderna dos jovens, ele preferia que seu parceiro tivesse feito isso, mas Tomy não respondia o radio a mais de meia hora. Saiu para a madrugada que morria irritado e não percebeu o silencio e nem a arma do amigo jogada perto da cabana e por fim não percebeu o homem que o seguia desde os primeiros passos. O guarda conseguiu alcançar a picape e já podia ver o casal subindo e descendo pelo vidro embaçado quando um estalo fraco o fez parar e virar. Uma arma era engatilhada as suas costas e ele levava o sorriso calmo e treinado de anos no rosto quando sofreu o disparo, uma arma silenciada. O guarda tentou lutar, mas o tiro foi feito com precisão cirúrgica e o ultimo rosto que o guarda viu foi uma mascara negra com lindos olhos azuis.
O corpo morto de Jorge foi arrastado para um canto escondido porque ele não era a presa, era uma pequena pedra que tinha sido tirada do caminho com carinho para não apressar os pombinhos.
Enquanto isso Carlos exercitava sua falta de sorte amorosa assistindo Tailor de arrastar para as árvores com as garotas deixando o sozinho com a sua música. Na floresta ainda escura os três tinham encontrado um bom lugar para começar, as garotas dançavam juntas e Tailor quase se sentiu deixado de lado. Mas logo as mãos quentes e macias tocavam seu rosto e desciam enquanto os lábios vermelhos se aproximavam juntos.
_ Em que bolso campeão? - elas tinham combinado para falar juntas
_ No bolso do casaco. - ele respondeu devagar e não entendeu porque elas logo viram mais interesse uma na outra do que nele.
_ Ei, meninas, eu to aqui.
_ Mas o casaco tá na picape grandão.-ele xingou, chutou o chão e correu para a picape, mas as garotas não sentiriam a sua falta, estavam se descobrindo melhor sem ele.
Carlos resolveu que merecia um mergulho para se esfriar e não viu ir a picape pegar o casaco e também não viu que ele não estava indo embora sozinho. Se fosse um pouco mais atento Tailor teria percebido algo de errado, mas ele não estava calmo como numa luta e só percebeu o problema quando sentiu a picada no pescoço. Normalmente ficaria horrorizado, mas nesse estado ele jogou o casaco e socou. Não acertou nada além do próprio casaco de couro negro.
_ Ei otário, volta aqui e eu entorto seus dentes" - tailor falou alto girando sobre os calcanhares e não quis gritar porque parecia alguém com uma mascara e porque talvez ele tivesse bebido demais.
_ Ei otário - a voz era uma imitação perfeita- Entorto deus dentes - Tailor virou irritado quando a ultima palavra debochada foi dita ao seu lado. Não pensou, não era bom nisso, num só movimento virou o corpo e aplicou um direto de direita, mas errou de novo porque seus olhos estavam embaçados e seu braço estava fraco.
_ Ei otário, gostei de você.- a voz parecia algo arrastado do submundo.
Tailor queria recuar de medo, mas foi pego pelo pescoço tão forte que não conseguiu emitir qualquer som. Nem um raspar rouco. As mãos do homem pareciam feitas de aço assim como a dos homens com quem lutava no ringue. Eventualmente ele afrouxava para que Tailor pudesse lutar mais pela vida. Uma luta inútil que durou até a ultima música do cd que tocava na picape e era murmurada para o jovem agonizante. Só então, quando não havia mais luta o coração foi tirado por baixo das costelas com cuidado e devorado enquanto outro cd começava a tocar e o homem cantarolava de boca cheia e guardava as duas facas serrilhadas nas botas.
Poucos instantes depois Carlos viu Tailor sair do lago de casaco, pelo menos ele acreditou nisso.



continua hauahuhuahuaha
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Mensagem  Jaum em Sex 14 Maio 2010, 23:01

Patrícia arrastou Dado para fora e se jogou na traseira do carro, mas Dado precisava ir ao "banheiro", o que era sua desculpa para se recuperar. Ela ficou esperando animada enquanto ouvia os passos dele se afastando porque estava de olhos fechados e de costas, era parte da diversão quando não tinham fantasias de enfermeira ou bombeiro. Mas logo ela sentiu mãos firmes em seus cabelos e gemeu de prazer, mas não recebeu de volta exatamente o que esperava.
Dado estava andando a esmo e precisava urinar e precisava mesmo de uma desculpa para ganhar tempo. Andou enquanto ouvia Patrícia se preparando para ele, ela fazia isso com entusiasmo para apressa-lo. O rapaz se aliviou numa árvore larga sem pressa e se ele tivesse olhado para baixo teria visto um dedo de Tailor ou talvez a orelha. Não olhou.
Dado voltou ao carro calmamente ainda enrolando com o caminho para ganhar mais tempo . Dado demorou tempo demais para entender o que via, entender que aquele corpo sangrento vertendo vapor para o céu sem estrelas era sua namorada. Ele olhou o sangue escorreu do peito aberto, viu o coração batendo fraco, ele encarou o rosto sem olhos e quis dizer algo bom. Mas ele começou a chorar impotente de joelhos sem pensar em muita coisa ate que viu Carlos saindo da água e decidiu que não podia confiar nos amigos. ainda com lágrimas nos olhos levou a namorada ara dentro do carro e quis ir embora, mas a chave não estava na ignição.
Quando o garoto viu a chave era tarde, eram três pessoas no carro e ele terminou mais um com Patrícia do que jamais quis. Carlos viu o carro sacudir, mas ele não queria ver o casal transando, nem ouvir. Logo pensou que teria alguma chance com as garotas depois de Tailor ter terminado. Ele pulou com a animação do pensamento e correu para espantar o frio deixando as roupas e o violão no chão onde estavam. Encontrou as garotas porque eram o único com da manhã. As duas coladas ainda coradas e ofegantes no chão entre as folhas e as roupas jogadas. Mara se levantou devagar quando ele chegou e Lucia se deixou adormecer no chão frio.

_Vem cá fofo, deixa ela dormindo ai e eu e dou a melhor noite da sua vida.- Mara o segurava pelo braço e o puxava sem esforço.
_ Ela tá bem ?- ele perguntou já em movimento.
_Pode ficar com ela se quiser, mas eu vou contar quando ela acordar.
_Não era isso, foda-se. Tem um banco aqui perto- Carlos falou pegando Mara no colo e correndo para longe enquanto um homem observava os três.
O homem se aproximou da garota dormindo e decidiu que ela seria divertida por muito pouco tempo. Tocou seu rosto de leve para tirar um inseto e ela tremeu " Tá frio, espera eu acordar". Ele sorriu da ironia, ela ia ficar com muito mais frio. Ela nem percebeu a agulha perfurando a sua pele e não reclamou no caminho até o caminhão refrigerado e não reagiu enquanto o estranho a possuia. Ela não via as coisas com clareza e nem se importava até ver a serra de mão girando, mas nessa hora já não tinha forças para nada e enquanto a consciência durou ela achou incrível o que a serra elétrica fazia com o seu corpo sem que ela sentisse qualquer coisa. A ultima imagem nos olhos dela foi a do próprio pulmão subindo e descendo devagar e sangrento.
Alguns minutos depois Carlos abandonava a garota e xingava e reclamava e se agitava para limpar o vomito. Foi para o lago porque era a unica agua por perto. Enquanto se limpava olhou para trás para ver se Mara estava bem e a viu cambalear para uma árvore em direção a um estranho vestindo o casaco de Tailor. Um homem com os olhos brilhando com o sol que nascia, dois pontos brilhantes destoando do negro completo das suas roupas e do gancho maligno que levava na mão direita. Carlos mergulhou e nadou até o carro. Sem olhar para trás, sem pensar e quando saia da água ouviu o grito agudo da amiga quebrando o silencio tétrico. Correu para o carro enquanto o grito de dor da sua amiga continuava se alongando e se juntando seus irmãos. Encontrou a chave na ignição e não olhou para os lados. O coração martelava o peito e as mãos suadas escorregavam no volante, mas os pés obedeceram e o carro saiu derrapando.
O rapaz dirigiu sem parar, mas logo viu que estava sendo seguido. Queria ter aprendido a dirigir melhor, mas seu perseguidor não conseguia o alcançar. Carlos viu a saída do parque e acelerou, mas ai o carro morreu, ele olhou para trás e não viu o caminhão refrigerado. O carro estava sem gasolina e ele teria que se arriscar a sair e botar mais, nessa hora o sol já estava brilhando e os pássaros cantavam e isso o deixava louco. Ninguém via nada? Ninguém fazia nada? Ele desceu porque não tinha escolha levou galão reserva que ficava em baixo do banco do motorista e por sorte estava cheio até a boca. Carlos pisava rápido na grama molhada com orvalho abrindo o galão no caminho e então sentiu o cheiro forte e não era gasolina, algo enferrujado. Olhou a tampa vermelha e deixou o galão cair vazando sangue ainda morno, olhou para o caminho que fez até ali com o carro e viu o rastro brilhante de combustível. Começou a correr como se o diabo estivesse respirando no seu pescoço.
Correu até o guarda da entrada do parque que estava tranquilo dentro da sua guarita, Carlos não esperou permissão. Só entrou na guarita e começou a falar sem parar e as palavras se atropelavam não faziam sentido e a voz sumia enquanto o guarda se aproximava. Por um segundo ele quase desabou no chão e chorou como uma criança, mas então ele olhou nos olhos do guarda, ele tinha os olhos azuis mais limpos que ele já tinha visto e na mão direita a faca mais limpa que ele já tinha visto.
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Mensagem  Krieger em Sex 14 Maio 2010, 23:28

Lindo desfecho! Fechou com chave de ouro mesmo!
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Mensagem  [WM] Morgado em Qua 19 Maio 2010, 10:13

Cara simplesmente um desfecho brilhante
muito bom mesmo...
como o krieger falou..
"De bater palma em pé"
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Mensagem  Lucas em Qua 19 Maio 2010, 11:26

Soube que essa história esta terminada... Eu vou ter que sair daqui a pouco, e só li a primeira página. Mas, é muito doido sua história! Depois eu termino de ler...
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Mensagem  Jaum em Qua 19 Maio 2010, 16:26

na verdade são varias historias pequenas
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Mensagem  Lucas em Qua 19 Maio 2010, 18:06

Pra min pareceu uma história só O.o.O
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Mensagem  Jaum em Qua 19 Maio 2010, 18:19

Desculpa então. Eu realmente tentei faze-las individuais....
Exceto a ultima historia que é dividida em dois posts e tem duas versões.
Ps: Vou continuar lendo a historia do philares, espero que ele espanque o arthas...
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Mensagem  Lucas em Qua 19 Maio 2010, 20:06

Nossa cara, gostei + da última história. Tipo, o guardinha era o Tailor? Era esse o nome? bom, fou muito doido essa história. Nota 9 no geral.
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Mensagem  Jaum em Qui 20 Maio 2010, 11:39

Acho que eu fiz merda... o guarda não era o tailor. Ele morreu. Os seis jovens morreram. Os dois guardas morreram. O guarda era o assassino, eu repito a referencia aos olhos dele de quando o guarda encarou o cara. O tailor morreu sufocado e teve o coração lanchado.
Você leu as duas versões???
Assinatura maneira, mas ela não é permanente ?
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Mensagem  Night† em Qui 20 Maio 2010, 12:21

Jaum essas duas ultimas histórias foram simplesmente GENIAIS o.o'
Gostei especialmente da ultima e do final dela.
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Mensagem  Lucas em Qui 20 Maio 2010, 12:51

Não não, ficou bom mesmo assim! E ai, vai ter mais história?
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Mensagem  Jaum em Qui 20 Maio 2010, 16:25

não... minhas historias de terror acabaram por enquanto.
estou ressuscitando o projeto " ruina dos deuses"
eu tenho umas poucas shorts dele, um pequeno romance e uma historia realmente chata. Mas eventualmente eu posto tudo.
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Mensagem  Radamael em Ter 15 Jun 2010, 20:55

Com o perdão da palavra... [s]Foda-se[/s] Dá o seu jeito! Escreve mais!

Ninguém mandou... Eu quero mais histórias... Nem que eu mate todos os seus personagens de forma cruel para te "dar idéias"

P.S: Pense no seu lobisomem...
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Mensagem  Jaum em Ter 15 Jun 2010, 20:59

Jogo sujo kra...
Tá certo eu revivo esse tópico, mas você tá começando um jogo em que vários personagens sofrem... e os substitutos deles tb... e assim por diante...
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Mensagem  Radamael em Ter 15 Jun 2010, 21:12

Na verdade o ps não foi uma ameaça...

Foi...

EU VOU VOLTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR

E consequentemente mestrar Mundo das Trevas... Então... todos que forem jogar... Comecem a pensar em seus personagens...
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Mensagem  Jaum em Qua 07 Jul 2010, 10:43

vou ressussitar isso ... começando aki...
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Mensagem  [WM] Morgado em Qua 07 Jul 2010, 11:25

\o/
Eu tenho q pedir desculpas por estar meio ausente...mas final de período em faculdade é meio brabo ¬¬
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Mensagem  Jaum em Qua 07 Jul 2010, 13:46

Certo esse vai ser o post/conto de ressurreição então boa sorte para os que lerem



       As luzes de neon do bar estavam falhando, o cheiro de cigarro estava arraigado em tudo. O chão de madeira rangia sempre que alguém se mexia e os sinos na porta vibravam quando alguém entrava, um lugar onde não se podia ser pego de surpresa e onde a música horrível impediria qualquer um de dormir. Além do mais tinha rotas de fuga, duas saidas pelos fundos direto para uma via expressa, nenhum segurança nem posto de policia perto. Um bom lugar para um fugitivo descansar e botar a cabeça no lugar.
       Os pensamentos rodavam e se chocavam, nada fazia muito sentido. O mundo fazia e as pessoas também, mas ele não. Não sabia o que queria, o que era e o que tinha acontecido. Como tinha chegado ali? Quem eram as pessoas atras dele? Porque estavam atras dele? Eram perguntas boas, faziam sentido, mas não tinham resposta. Quando pensava nelas as coisas ficavam nubladas, cheias de lembranças estranhas de salas brancas e numeros e codigos. Nada bom podia sair disso. Ele não podia ser nada de bom, ninguém decente tem essas perguntas riscando a sua mente.
       As pessoas a sua volta parecem paralisar por um instante, um policial acompanhando de uma mulher vestida de branco param na frente do bar. O rosto dela sob a luz inconstante do neon faz as perguntas se agitarem, se multiplicarem. Quem é ela? Porque ela falava com ele? O que eles conversavam? Porque ela esta atras dele? As respostas se escondem mais fundo, ele lembra das agulhas e dos médicos. Lembra de suar e lutar amarrado a uma cama, lembra das perguntas e dos soros. Lembra dos seguranças sangrando no chão branco e do vapor leve escapando com o sangue para a noite fria. Ele se levanta, mas tudo fica claro demais. A luz intensa demais. Os sinos avisam que ele tem pouco tempo, que ele foi encontrado.
       Correu para a saida dos fundos, tinha visto um carro lá atras e sabia fazer a ligação direta. Ouviu o policial gritar com ele algo que fez questão de não entender. Viu a porta fechada, trancada com um cabo de vassoura. Não hesitou, se chocou com a porta e adorou o som da madeira partindo. Sentiu o ar frio da noite roçar no seu rosto e viu o carro parado onde queria, não tinha tempo. Se jogou para o lado e esperou, o policial saiu a toda atras dele, mas não o esperava ali. O primeiro golpe desarmou o homem e o segundo o mandou para o mundo dos sonhos com um estalo agourento.
       O barulho não o assustava, estava esperando algo acontecer. Queria ouvir tiros e gritos e ai saberia que o mundo estava no lugar certo, mas tudo que tinha era a mulher que olhava para ele da porta. Aquela expressão não era o que ele queria, queria odio ou medo, mas via pena. Ela tinha respostas, mas ele tinha que correr. Correria até as pernas pedirem para parar porque parecia que nunca mais estaria seguro. Para onde quer que olhasse as pessoas pareciam ver algo nele que ele não encontrava. Eles viam algo que os assustava, mas ele não era mau. Ele não lembrava de nada ruim. Nada que tivesse feito. Lembra da farda que usava no passado era um dos mocinhos.
       O som das sirenes foi um martelo contra sua torre de cartas. Estava escondido num canto de um estacionamento subterrâneo. Não podia esperar escapar, mas não se entregaria vivo. Sabia que essas pessoas queriam algo dele, talvez ele tivesse sido algum agente da inteligência e eles quisessem o que ele sabia. Agora as coisas faziam sentido, as perguntas os soros, tudo se encaixava. A policia estava sendo manipulada eles deveriam estar do mesmo lado. Ele não era um fugitivo, só precisava se explicar alguém lembraria dele como ele era. Com a farda bonita e medalhas e do lado certo. Os policias pediam para ele se render e ele quis.
       Tirou o casaco pesado e reparou na roupa que estava usando e viu que nem sabia onde a noite tinha começado. O mundo começava naquele bar. Viu tinha pego a arma do policial que derrubou e a jogou pra longe. As mãos tremiam e o coração queria explodir, mas ainda assim ele levantou e ia contar a sua historia. Ia pedir ajudar, mas viu o atirador agachado entre os carros do estacionamento. Soube que era o alvo e sabia que o homem atras da arma só precisava de um sinal e o mataria. Correu para a arma e ouviu o disparo. O tiro tinha errado ele sabia. Se tivesse acertado estaria morto, mas simplesmente se escondeu de novo. Estava ficando calmo agora, o coração diminuiu o ritmo e as mãos pararam de tremer. Pararam de tremer e a arma escorreu entre os dedos frouxos e as luzes começaram a oscilar e o peito se enchia devagar. Entendeu tarde demais.
       Abriu os olhos e tudo a sua volta era branco e luminoso, doia manter os olhos abertos. Por um segundo pensou que era o paraíso, que tinha acabado tudo. Sorriu e uma voz familiar soou como uma faca na sua cabeça.

_ Achei que ia dormir pra sempre.
       Manteve-se quieto.Perdido.
_ Tudo bem se estiver cansado senhor, ninguém espera nada de você agora.
       Era a mulher do bar. Não estava no céu, tinha descido ao inferno de novo.
_ Pode descansar agora.
       Ela se levanta para sair e ele finalmente abre a boca.
_ Você não pode fazer isso comigo, alguém vai vir me buscar... e quando vier eu não terei dito nada a vocês.
_ Senhor, ninguém vem te buscar. Pode dormir tranquilo. Você está seguro aqui.
       Quando ela falava era sem hesitação, impossível dizer que estava mentindo daquele jeito, mas estava.
_ Você é louca se quer me convencer disso, acha que eu não sei o que vocês estão fazendo comigo ? Acha que eu sou idiota ou o que?
_ Senhor, claro que sabe o que estamos fazendo. Você se internou aqui. Não precisa ter medo de mais nada agora.
       Ele sentiu o mundo girar as perguntas voltaram e as lembranças daquela mulher. Ela tinha estado em cada canto da mente dele repetindo todas as perguntas. Fazendo notas.
_ O senhor está bem? Quer que eu traga água pro senhor ?
_Suma daqui seu monstro. Me solte e desepareça. Devolva a minha vida.
       Dois homens grandes e vestidos de branco como era tudo entram na sala, mas ela os manda sair com um sinal.
_ Senhor, se acalme e conversamos amanhã. Boa noite.
_ Você nunca vai me dobrar. Meus companheiros estão seguros. Não direi nada. Nada.
_ O senhor dirá sim. Foi para isso que veio e agora se cale e durma antes que transforme a ala psiquiátrica numa anarquia de novo.
       Ele ficou quieto enquanto se lembrava de dormir ali, se lembrava daquela mulher tratando dele. Se lembrava dos outros pacientes, se lembrava deles de farda sorrindo. Se lembrava deles loucos gritando. Não sabia no que acreditar.
_ Boa noite. - ele disse sorrindo e ela sorriu de volta antes de fechar a porta.
      

      
      
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Mensagem  Radamael em Seg 12 Jul 2010, 08:29

Finalmente ressussitaram o fórum... Como sempre, muito bom Jaum... Mais alguns contos nesse estilo e eu passo a ter certeza de que você não regula muito bem... De que adianta ser o único do grupo com Moralidade alta se você pega perturbações como Desvantagens?!

:p
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Mensagem  Night† em Seg 12 Jul 2010, 13:43

Sem brincadeira Jaum, ler as suas histórias me faz questionar quem é mais louco eu q gosto ou vc que escreve x)
Muito bom como sempre, keep posting \õ
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Mensagem  Jaum em Ter 13 Jul 2010, 11:38

Hei... A loucura é um tema bom e me permite jogar com a incoerência como eu quiser ^^
PS: O Rada é louco de verdade...
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Mensagem  Radamael em Qui 29 Jul 2010, 10:32

Eu vim olhar crente que era algo de produtivo... Mas eram somente acusações infundadas sobre a minha [s]ilustre[/s] pessoa... Baseado em que afirma que sou instável? Minha fic é muito mais sóbria do que os seus constos macabros que eu adoro...

P.S: A Nihal é completamente insana...
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