Nakanaide [D.Gray-Man]

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Mensagem  ThaYuu em Qua 05 Maio 2010, 09:47

Yooo minna!!! Aqui estou novamente postando uma fanfic! Dessa vez é um drama. Mesmo quem não conheça o animê/mangá D.Gray-Man, dá uma olhadinha Wink Espero que gostem!!! E comentem ^^

Prólogo: “O que refletia em meus olhos, era aquele vasto céu azul. Ao seu lado, andávamos à beira daqueles pequenos lagos de águas reluzente que cercavam aquelas cerejeiras e a mais bela das flores: a lótus.”

---

“Soushite boy wa nemuri ni tsuite”
* Então o garoto caiu no sono


Allen Walker estava deitado sobre sua cama, dormia. Dormia tão serenamente que poderia ser comparado com um anjo. Os seus alvos cabelos estavam espalhados sobre o macio travesseiro que apoiava sua cabeça. Em seu rosto estava uma expressão de serenidade, quietude. Enquanto dormia, sonhava.


“Voz: Allen. Acorde, Allen.
Uma voz ecoava dentro da cabeça daquela criança. Repousava a cabeça, com aqueles cabelos castanhos cortados um pouco acima do pescoço, em uma bolsa ao lado da parede. O menino abria os olhos serenamente. Alguém lhe chamava. Antes mesmo que pudesse recuperar completamente os sentidos, a primeira coisa que lhe saiu à boca foi, inconscientemente, o nome daquela pessoa.
Allen: Ma...na...
Mana: Você dorme em qualquer lugar, não é?!
Allen: (conçando os olhos e espreguiçando-se) Uá... Eu estava com sono.
Mana: Deu para perceber! (deixa um carinhoso sorriso sair de seus lábios)
Allen: (retribui o sorriso) Mana...
Mana: Hai?
Allen: Eu tive um sonho...
Mana: Que tipo de sonho?
Allen: Sonhei que eu estava tocando um belo piano branco...
Mana: Isso é bom. O som do piano é muito lindo.
Allen: Eu sei. Eu gostaria de aprender a tocá-lo.
Mana: Tenho certeza de que um dia você irá tocar. E será um melodia muito mais bonita que qualquer outra já existente. Pois será a melodia de dentro do seu coração.
Allen olhou encantado para aquela pessoa que lhe dizia tais palavras confortantes e agradáveis. Amava Mana como se fosse seu pai. Literalmente, aquele era seu pai. Lhe criando e cuidando, poderia não ter condições o suficiente para dar a Allen o melhor das coisas, mas o indispensável nunca faltara: o carinho e amor. Uma relação entre pai e filho. Mana pegou a bolsa que estava ao lado de Allen, carregando-a.
Mana: Vamos, Allen. Temos mais um dia de trabalho. Ganbatte yo (sorriu)
Allen: Hai! (também sorriu)


“Ikizuku hai no naka no hono wo hitotsu futatsu to”
* A primeira, a segunda chama queima dentro da sua respiração

‘Não percam hoje! Grande espetáculo de ilusionismo!’ Era o que estava escrito em uma grande placa frente à uma tenda de circo montada sobre aquele lugar onde a neve caia sem cesar.
Mulher: Iusionismo? Querida, vamos assistir ao show?! (perguntava uma mãe a sua filha)
Menina: Não gosto de mágicos! Eu quero ver palhaços!
Mulher: Palhaços, é?!
Voz: Não se preocupem! Está escrito ‘espetáculo de ilusionismo’ mas também haverá outras apresentações! (era Mana)
Menina: Vão ter palhaços?
Mana: Pode ter certeza que sim!
Menina: Vamos mamãe!!! Compre um ingresso!!! (dizia a garota muito empolgada)
Mulher: Hai, hai...
Allen estava no lado de dentro da tenda, observando a conversa que ocorria na entrada do circo. Estava usando uma roupa típica de palhaço, seu rosto estava com base branca mas a pintura não estava completa, apenas um dos olhos estava com o contorno feito.
Allen: - É por isso que eu disse ao Mana por na placa depois de ilusionismo ‘e palhaços’ – (fez uma cara de desapontamento)
Esperou Mana voltar. Este, quando entrou, se surpreendeu com o menino.
Mana: Allen, você se pintou sozinho?
Allen: Eu tentei, mas... Achei melhor esperar por você. Não consegui terminar.
Manda: Hum. (sorri) Venha, vamos concertar.
Enquanto Mana maquiava Allen adequadamente, uma senhora estava arrastando um garoto com uma faixa-etária parecida com a do jovem Walker para dentro do circo. Era uma criança japonesa. Tinha cabelos compridos e uma franja.
Criança: Hanase yo!
Senhora: Vamos! Você tem que ir!
Criança: Mas eu não gosto de palhaços!!!
Senhora: Yuu! Pare com isso!
Kanda Yuu. A criança irritada que estava sendo levada à força por aquela sehora, era Kanda Yuu, o Exorcista.


“Ukabu fukurami itoshii yuku ha wo”
* A onda flutuante, a doce folha que segue


Allen estava sozinho no centro da tenda. O público não havia chegado até o momento, pois ainda faltavam cerca de uma meia hora para o início do espetáculo. O pequeno palhaço, agora devidamente maquiado, estava ensaiando algumas das piadas que contaria no show.
Allen: ...e então ele simplesmente disse: ‘Mas eu não entendo o que está falando!’ e o chinês respondeu ‘Ching Ling!!!’ .
Voz: Credo, mas que porcaria! Foi a pior piada que eu já ouvi!
Allen olhou ao redor procurando o dono daquela voz. Entre todas aquelas cadeiras vazias, havia uma ocupada por um garoto. Kanda.
Allen: Quem é você?
Kanda: Não é da sua conta. (fez uma expressão de que estava ignorando)
Allen: (com certa irritação) Não fique aí reclamando!
Kanda: Mas que palhaço baka... Aliás, todos os palhaços são assim! (desceu até o centro, onde Allen estava)
Allen: Não me insulte!
Kanda: Como um... um... um moyashi como você pode ser tão cheio de si? Se encherga! Você não nasceu para isso.
Allen: ‘Cheio de si’?! É você quem fala todo convencido!
Kanda: (mostra a língua) A coisa mais fácil que tem é ser palhaço. A única coisa que tem que fazer é se pintar e agir como um idiota contando um monte de piadas sem graça, como a sua.
Allen: (furioso) Ah é?! Se é tão fácil assim, porque não tenta?!
Kanda: O que?
Allen tira de um dos seus bolsos, vários tubos de tintas com várias cores. Ele começa, então, a joga-los contra Kanda, manchando suas roupas.
Kanda: Oi! O que está fazendo, palhaço idiota?!
Allen: Isso é o que você tem que pagar por insultar os palhaços!
Kanda: (com muita raiva) Teme!!! Você vai ver!
Kanda toma alguns dos tubos que estavam nas mãos de Allen, sujando o garoto. Deram início a uma divertida guerra de tinta. Apesar dos insultos anteriores, logo já estavam sentindo a diversão de toda aquela brincadeira. Felizes, sorriam jogando tintas um no outro.
Kanda: Oi! Você sujou o meu cabelo!
Allen: E você o meu!
Brincaram, brincaram e brincaram. Depois de algum tempo e muita bagunça, param para tomar fôlego, estavam ofegantes e exaustos.
Allen: Qual o seu nome? (sentando-se ao chão)
Kanda: Como posso lhe dizer meu nome se não me disse o seu antes? (sentando-se ao lado de Allen)
Allen: Idem.
Kanda: Tsc! (vira o rosto) Kanda. Kanda Yuu. (com o dedo indicador, escreveu os ideogramas de seu nome no chão arenoso)
Allen: (lendo) ‘Deus dos campos de Arroz Noturno’?! Hahahahahahahahahaha!!! (estava sentindo dores do abdômen de tanto rir)
Kanda: NÃO É!!! (olhou irritado para o colega) Moyashi baka!
Allen: Oi! Meu nome não é moyashi! É Allen Walker!
Kanda: ‘Allen, o que caminha’?! Sem graça.
Allen: (mostra a língua e depois sorri) É mais profundo que ‘Deus dos campos de Arroz’ . Hahahahahahahaha!!! (volta a rir) ‘Noturno’ ainda por cima! Huhuhuhu!
Kanda: (dando um tapa na cabeça de Allen) Damare!!!
Allen: (enxugando as lágrimas providas pelos risos) Hum... Espere um pouco aqui. Eu vou buscar um pano para nos limpar.
Kanda: Hai.


“Daichi ni taruru ikusen no yume... yume”
* Milhares de sonhos, sonhos que descem na Terra


Allen se levanta e busca um pano limpo que estava dentro de um dos camarins. Ao voltar, ficou aterrorizado com o que via. Seu novo colega estava sendo atacados por cinco figuras vestidas de palhaços. Eram assustadores, pareciam pertencer a um filme de terror. Deixou o pano cair de suas mãos enquanto estava paralizado com a cena. Em uma espécie de mudança de tempo, Allen voltara ao normal, um garoto de 16 anos. Estava em um lugar totalmente branco e reluzente. Percorria seus olhos por todo o local e deu um suspiro assustado quando avistou Kanda à sua frente. O garoto também voltara a idade atual, 19 anos. Estava suspenso ao ar, seus pés não chegavam a tocar o chão. Estava demasiadamente ferido. Assim como na luta com o Noah Skin, estava sem a parte superior do uniforme da Ordem Negra. Havia arranhões e machucados por todo o corpo, cinco Akumas com aparência totalmente diferente das de níveis 1, 2, 3 e 4, estavam atacando-o. Kanda estava com os braços aberto e presos por duas espécies de grandes lanças com uma lâmina parecida com a de machados nas pontas. Os longos cabelos soltos cobriam parte das costas. A cabeça cabisbaixa... Sua franja lhe cobria os olhos. Uma gota de sangue escorre-lhe pela face, parecendo uma lágrima. Allen assistia a tudo aquilo horrorizado. Desesperado, começou a correr em sua direção e a gritar seu nome.
Allen: KANDA!!! KANDA!!! (as lágrimas começaram a escorrer por seu delicado rosto, sendo deixadas ao ar) KANDAAAAAAA!!!
Enquanto corria, o chão atrás de si começara a despedaçar-se, o fundo era um breu total. Allen novamente teve uma lembrança de quando era criança. Observava algo em um lago enquanto Mana passava por trás de si.
Mana: Allen, o que está fazendo? Temos que ir.
Allen: (encantado com o que via) Mana, estou vendo a flor mais linda que já encontrei...
Uma lótus. Enquanto permanecia admirando-a, uma pétala cai. Volta a realidade. Seguia correndo na direção do amigo ferido. Observou que o símbolo da lótus no peito de Kanda aumentou.
Allen: IIE!!! KANDA!!!
Admirava aquela flor. Os olhos brilhavam. O rosto corava. Uma forte brisa desfolhou completamente aquela lótus. Suas pétalas eram levadas pelo vento, deixando o campo de visão daquela criança inocênte e distraída. Uma cortina de luz passou por seus olhos. Novamente viu o selo crescer. Pela última vez. Os akumas, que seguravam espadas douradas, guiavam as mesmas para cravá-las no coração do exorcista. Allen precisaria correr mais rápido do que seu corpo poderia aguentar. Sabia que isso não era possível. Os olhos encharcados demonstravam sua falta de esperança. Antes que pudesse ver a conclusão daquele doloroso ato, um clarão tomou conta do lugar. O chão havia sumido, havia perdido seu apoio. Caia. Caia naquela infinita e fria escuridão que estava o tomando para si. Aquela egoísta escuridão que lhe deixaria solitário pelo resto de sua vida. Estendeu a mão, deixou as lágrimas escaparem novamente pelo ar e deu um último grito, apesar de inútil naquela situação.
Allen: KANDAAAAAAAA!!!
Envolto completamente pela negritude, matou sua própria fé.


“Gin no hitomi no yuragu yoru ni umare ochita kagayaku omae”
* Na noite, quando os olhos cinzas aparecem, o brilho que nasce é você


Um ponto azul. Era um ponto azul que surgia dentro das profundezas daquela treva que tudo tinha. O ponto se aproximava cada vez mais, tomando a forma de um anjo. Sim, era um anjo com belas e reluzentes asas azuis que rapidamente se aproximava do jovem exorcista de cabelos alvos. Ao abrir os olhos, Allen ficou incrédulo. Kanda. Kanda era quem surgia a sua frente.
Allen: ...Kan...da...
O moreno finalmente o alcançou, envolvendo-o em seus fortes braços, trazendo seu corpo para próximo de si. Acolhendo aquele pobre garoto que estava sendo engolido pelo seu prórpio medo.
Kanda: Iierusai, moyashi...
Allen: ...


“Iku wo kunno toshitsuki ga”
* O tempo se vai através de meses e anos


Ainda não acreditava. Não poderia acreditar. Com medo de perder o amigo novamente, apenas o abraçou fortemente enquanto desciam até um ponto de luz. Quando passaram pelo mesmo, caíram, um sobre o outro. Mas já não eram mais aqueles exorcistas. Eram aquelas ingênuas crianças que se conheceram por acaso. Estavam em um belo lugar. Muitas pétalas pelo vasto chão. As milhares de cerejeiras formavam pontos de fuga infinitos. Um belo lago ao lado daqueles dois.
Kanda: Hey, moyashi! Saia de cima de mim! (afastando o garoto para o lado)
Allen: Oi! Já disse que meu nome é ALLEN!!! A-L-L-E-N!
Kanda: (virando o rosto) Que seja...
Aqueles pequenos pareciam não se lembrar do que havia ocorrido há pouquíssimo tempo. Seria apenas outra lembrança? Ou seria apenas um fim alternativo criado pelo subconsciênte de Allen que estava temeroso? A verdade não importava naquele momento cheio de ternura. Deitados um ao lado do outro, observavam aquele profundo e límpido céu azul que parecia não ter fim. As pétas de cerejeiras sobrevoavam suas cabeças.
Allen: Kanda...
Kanda: Hum?
Allen: Essas sakuras são bonitas, não acha?
Kanda: ...Sim, são.
Allen: Mas eu conheço uma flor ainda mais bela.
Kanda: (olha para o garoto) Qual?
Allen levanta-se e anda até a beira do grande lago. Yuu segue o amigo. Allen apontava para aquelas milhares de flores que estavam sobre aquela água.
Allen: A lótus.
Kanda: Lótus? Não as acha simples?
Allen: É da simplicidade que as coisas mais bonitos são feitas. (sorri)
Kanda: ...
Allen: Mas é triste, não é?
Kanda: O que?
Allen: As sementes de lótus dormem por mil anos. Logo depois de brotar, elas secam e morrem...
Kanda: Elas não secam e morrem. Por serem lótus, elas brotarão novamente.
Allen olhou para Kanda, encarando-o meio impressionado. Havia gostado das palavras ditas pelo amigo. Sorriu. Kanda o retribuiu. As crianças que ainda não conheciam o complexo e difícil mundo no qual estavam vivendo, saíram andando juntos até aquele infinito horizonte completo de lindas árvores que aumentavam suas esperanças. A esperança para a vida.”


“Ikutsu inori wo tsuchi he kaeshitemo”
* Não importa quantos anos se passem, tragam os oradores à Terra


Allen despertou com certa preocupação. Emocionou-se com o sonho que tivera. Isso pôde lhe mostrar como as vidas são frágeis, como alguém que está aqui hoje ao nosso lado, pode estar morto amanhã. Levantou-se ainda com os sentidos não recuperados totalmente. Correu por entre os corredores da Ordem até encontrar Kanda. O garoto andava despreocupadamente. Ao avistá-lo, Allen correu em sua direção.

“Watashi wa inori tsudzukeru”
* Eu continuarei a orar


Allen: Kanda!!!
Kanda: (olhando para o amigo) O que houve, moyas...
Interrompido pelo inesperado abraço do amigo.
Allen: Kanda!!! Que bom...
Kanda: O que pensa que está fazendo? (perguntou com certa fúria)
Ouviu o soluçar de Allen. Ainda estava confuso e permitiu-se preocupar-se com o companheiro. Pôs a mão em sua cabeça e perguntou calmamente.
Kanda: Oi, moyashi. O que houve?
Allen: (com o rosto no peito do parceiro) Iie... Eu só estava preocupado... (disse com a voz trêmula)
Kanda: Preocupado com o que?


“Mou kako no koto ai”
* Pelo amor do passado


Allen: Pensei que tivesse perdido meu... melhor amigo...
Kanda: (olhou-o surpreso) Mo...yashi... (compreendeu como o garoto poderia estar se sentindo, sorriu e então disse) Você ainda é muito infantil... Baka. Nakanaide...
Allen: ...
Permaneceram alí, naquela situação única. Apesar de ter sido apenas um sonho, Allen tomou uma importantíssima lição: não deixe de dizer Eu te amo para depois enquanto pode dizer hoje. Essa pode ser a última vez que vai fazer alguém sorrir com os sentimentos que recebe.


“Tsunaida te ni kiss wo”
* O beijo de mãos juntas


“É da simplicidade que as coisas mais bonitas são feitas...” Assim como as amizades.

Nakanaide.


***
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Mensagem  [WM] Morgado em Qua 05 Maio 2010, 14:45

Legal ^^
muito interessante...
só um comentário...posso estar falando besteira....
se minha memória não falha ( e a minha cultura)
as flores de lotus não nascem somente em pântanos??
Não que isso faça muita diferença XD É só um detalhe ^^
Continua postando ^^
vou ler todas ^^
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Mensagem  ThaYuu em Qua 09 Jun 2010, 12:19

Sim, você está certo, elas só nascem em pântanos. Mas ele estava em um sonho, e neles tudo é possível U.U! hauhauhah ^^' Pode deixar que eu continuo postando sim!

p.s.: eu passei esses meses todos sem postar nada (nem entrei no site u.u') pois estava megasuperhiperultra lotada de trabalhos de escolas, provas e trabalhos de $$ ^^)
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Mensagem  [WM] Morgado em Qua 09 Jun 2010, 13:34

XD
eu sei bem como é isso de ficar sem tempo ^^
fico feliz que tenha voltado ^^
continue postando ^^
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Mensagem  ThaYuu em Qui 10 Jun 2010, 09:09

Sim, pode deixar ^^/
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Mensagem  Nihal. em Sab 12 Jun 2010, 00:22

Hey, tudo bem? x)
Tipo, eu ia começar a ler, mas aí me deu um desânimo, pq é tudo meio que em diálogos, não tem quase narrativa, as que tem são boas, mas são muito poucos, pelo menos até onde eu tive paciência pra ler. E quando eles fazem alguma coisa, vc coloca entre parênteses. Parece aqueles RPGs de Forum, sabe? Sei lá, a leitura não fica fluída, tem que toda hora parar pra ler aqueles nomes no começo e tals e daí fica sem emoção, nem dá pra saber o que os personagens sentem na hora, quase nada da personalidade deles aparece.
Ficaria bem melhor se fosse assim:

"Eu tive um sonho... - disse Allen esfregando os olhos após acordar de um sono revigorante.
Que tipo de sonho? - perguntou Mana, com um sorriso e uma pontinha de curiosidade despertando em seus olhos.
Sonhei que eu estava tocando um belo piano branco... - Disse ele, se sentando na cama. Já estava mais acordado e começava a lembrar com clareza de seu sonho.
Isso é bom. O som do piano é muito lindo.
Eu sei. Eu gostaria de aprender a tocá-lo. - falou com uma voz sonhadora, não conseguindo conter o sorriso que apareceu em seus lábios.
Tenho certeza de que um dia você irá tocar. E será uma melodia muito mais bonita que qualquer outra já existente. Pois será a melodia de dentro do seu coração. - Mana acariciou seu rosto e lhe deu um sorriso amável e sincero enquanto se levantava para mais um dia de trabalho."


Bom, é só a minha opinião, não se sinta nem um pouco ofendido, constrangido, hostilizado, intimidado, essas coisas. É só uma crítica construtiva, tá? Então, continue postando.
Beijos.
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Mensagem  Radamael em Dom 13 Jun 2010, 16:47

Eu concordo com Nihal na parte da narrativa, mas tenho consciência de que são tipos de textos diferentes...

Esse texto é do tipo para ser interpretado, certo? Como uma peça de teatro. Me lembra muito os scripts de tais atos...

É uma história envolvente, por mais que, novamente como Nihal mencionou, retire um pouco da emoção dos fatos...

Keep posting...

Espero pela próxima história...
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