A guerra dos primordiais -- By Night†

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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty A guerra dos primordiais -- By Night†

Mensagem  Night† em Dom 09 Maio 2010, 19:33

Bom galera é isso ai, eu venho humildemente trazer até vossas senhorias uma história de minha autoria, inspirada porém na saga Percy Jackson.
Depois de muito tentar consegui finalmente escrever a história da maneira q eu a tinha na minha mente louca e tomei coragem para por ela no word papel. Bom amigos chega de apresentações vamos ao que interessa! É uma história que se passa no universo de Percy Jackson e é narrada em terceira pessoa, sendo a primeira vez q resolvi narrar desse jeito eu já me desculpo por qualquer erro que possa haver e espero que vocês gostem \õ
Estou aberto a receber comentaraios e a críticas construtivas então sintam-se em sua home page casa x)
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Capittulo 0 - Prólogo

Mensagem  Night† em Dom 09 Maio 2010, 19:38

Não sei se você já ouviu falar naquelas histórias sobre deuses e deusas gregas, todas aquelas coisas dos doze trabalhos de Heracles, Jasão e os Argonautas, Semideuses e todos esses outros heróis que ficaram famosos depois de matar algum grande e ameaçador monstro. Bom eu estou aqui pra dizer que isso não é tão mito quanto você pensa, tudo bem que algumas coisas podem ter sido um pouco distorcidas ou omitidas, como o problema que as Potâmides, Náiades que habitam os rios, tiveram quando Heracles desviou um rio para poder limpar os estábulos em um dos seus doze trabalhos, imagine a sua casa sendo infestada por anos de estrume de cavalos carnívoros e você terá uma idéia de como elas se sentiram, mas em sua maioria essas histórias de fato aconteceram e os deuses olimpianos e os titãs de fato existem.
Tá, nesse momento você provavelmente ta dizendo “Ah claro e eu sou o Bozo de cabelo verde!” e eu nem posso te culpar por isso, eu também não acreditei quando descobri, mas depois de passar perto da morte por tantas vezes por causa de algum monstro te atacando e, na maioria das vezes, destruindo o lugar onde você estava, você passa a acreditar. Pense bem, você nunca teve a impressão de que você viu algo estranho e, embora não soubesse dizer exatamente o que aquilo era, você sabia que aquilo não era o que parecia? Isso se deve graças a uma coisa chamada “Névoa”, é algo tipo aquela caneta dos “Homens de Preto” só que essa está sempre ativa e em vez de apagar sua memória e substituir por outra ela apenas distorce o que você vê para que se torne algo que um humano mortal possa ver sem ser internado enquanto grita “Eu vi! Eu juro que vi aquela serpente gigante de cinco cabeças!!!”, por exemplo se um Pégaso passa por cima de você e você olha, você provavelmente verá um pássaro anormalmente grande, um avião monomotor ou algo do gênero em vez de um cavalo alado.
“A então ta, e como você sabe disse tudo?” bom a verdade é que eu não sou um semideus, deus, titã nem nada do gênero... Eu sou o que eles chamam de “Pitonista”, ou seja, uma espécie de Oráculo capaz de dar profecias sobre o futuro daqueles que me procuram. A história que eu vou contar a vocês não se trata de mim, mas de um amigo meu, esse sim era “filho” de um “deus”... Vocês logo vão entender o porquê de tantas aspas...
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Nota do autor

Mensagem  Night† em Dom 09 Maio 2010, 19:57

Gostaria de esclarecer umas coisas.
1º - Alguns podem se perguntar pq eu escrevi "Heracles" em vez de "Hércules" como devem estar acostumados a ler. Bom o que acontece é que eu prefiro escrever os nomes em grego que é o "certo" em vez de escrever em romano que é o mais comumente conhecido. Por isso peço que caso tenham alguma dúvida com relação a algum nome podem perguntar.
2º - Eu pretendo ir postando os capitulos conforme for acabando o capitulo seguinte. Por exemplo, eu só postarei o capitulo 1 após ter o capitulo 2 terminado e assim sucessivamente, sendo assim eu pretendo postar um capitulo a cada 2 dias, tempo em que acredito já terei terminado outro capitulo, mas caso demore um pouco mais eu avisarei ;D
3º e ultimo - Todos os nomes que constão na história foram baseados em nomes de alguns de meus amigos e algumas caracteristicas deles também foram usadas, mas as situações vividas na história não refletem, em hipotese alguma, a realidade e qualquer semelhança é fruto de minha mente louca. Até pq cá entre nós eu acho q nenhum de nós já topou por ai com um Pégaso ou com um Leão de neméia né xD
Isso é tudo por hora senhores navegantes, boa leitura. \õ
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Capitulo 1 - O escolhido de Nyx

Mensagem  Night† em Dom 09 Maio 2010, 22:11

Ele se encontrava em uma sala escura, não conseguia distinguir nada na sala alem daquilo que estava à sua frente, duas portas, duas portas completamente iguais em altura e largura, e uma moeda que pairava entre essas duas portas, mas não era uma moeda qualquer, haviam dois rostos juntos em uma mesma cabeça, um olhando um para a esquerda e um para a direita. E ao longe ele escutava uma voz feminina lhe chamando.
André... André... André! – Com esse ultimo chamado bem em seu ouvido ele acordou assustado. Estava com a cabeça reclinada na sua mesa na faculdade.
Ah Cris, não dava pra me acordar mais gentilmente não? – Disse ele enquanto coçava os olhos e se espreguiçava.
Eu tentei né, mas você dorme feito uma pedra – Cristina, mais conhecida como Cris... Sou eu. Eu e André estávamos na faculdade, embora ele estivesse fazendo psicologia e eu engenharia química, todas as sextas eu esperava ele na porta da sala, já que eu saia mais cedo, e íamos para a casa, tínhamos alugado uma casa juntos ali perto, e a tarde saiamos pra encontrar o resto do pessoal. Ah e, por favor, não me interprete mal, eu e ele não éramos namorados, noivos nem nada do gênero, apenas amigos ta! Sei que você vai rir quando ler isso, mas acredite é a mais pura verdade!
Nossa, todo mundo já foi embora? – Disse ele olhando em volta e notando que só haviam alguns alunos tirando dúvidas, ou implorando por pontos, com o professor.
É! Eu to te esperando lá fora há dez minutos desde que o pessoal começou a sair! O que houve com você? Não dormiu bem à noite? – Eu queria parecer zangada, realmente queria, mas como isso dificilmente acontecia com ele não pude evitar e acabei adotando um tom mais preocupado.
Mais ou menos – Ele se levantou e nós fomos andando para casa – Fiquei até um pouco mais tarde fazendo uns trabalhos, mas acho que o que realmente ta me atrapalhando é esse sonho esquisito que eu tenho toda vez que pego no sono... – Ele já havia me contado sobre esse sonho e eu de alguma forma sabia como ele se sentia.
Ainda com esses sonhos? Já faz três dias que você ta tendo esse sonho... Você já pensou em falar com o seu pai sobre isso? – O pai do André sabia muito dessas coisas de interpretação de sonhos, numerologia e todas essas coisas que a maioria das pessoas acha besteira, mas depois de conversar com ele você passa a entender que não é tão besteira assim...
Já falei com ele... Mas tudo o que ele disse é que provavelmente se trata de uma escolha importante que eu estou para fazer... Mas eu não tenho nada de importante para escolher então acabei ficando na mesma. – Disse ele com um ar um tanto desapontado.
Achei melhor mudar de assunto porque no fundo aquela história me incomodava, não sabia dizer exatamente porque, mas eu tinha a sensação de que algo ruim ia acontecer e preferia não pensar que estava certa. Chegando em casa tivemos o tempo de nos arrumar e sair para tentar não chegar atrasados no restaurante para encontrar com o resto de nossos amigos.
Quando chegamos lá, 10 minutos atrasados porque o meu genial amigo tinha esquecido aonde havia posto o outro pé do seu tênis, encontramos todas aquelas pessoas que já estávamos acostumados a encontrar todas as sextas, Pedro, Bruno, Manú, Bianca e Renato. Todos nós cursávamos nossas faculdades e alguns trabalhavam, sendo assim não tínhamos muito tempo para nos falar então decidimos que as sextas nós nos encontraríamos para por os assuntos em dia. Naquela sexta quando nos encontramos conversamos e ficamos no restaurante até por volta das 18h. quando nossas conversas foram interrompidas por um grande estardalhaço que ouvimos do lado de fora. Nos viramos para o vidro do restaurante, que dava pra rua, para ver o que acontecia e o que vimos foi um carro entrando pelo vidro parando a algumas mesas de distancia de nós... Bom pelo menos foi isso que os outros viram, o que eu vi me deixou em choque, era um leão gigante ou pelo menos tinha o corpo de um, pois tinha uma calda de escorpião gigante com um negro ferrão na ponta e o seu rosto era algo humanóide, ou pelo menos tentava ser.
Escolhido de Nyx! Chegou a sua hora! – Trovejou o monstro que olhava fixamente para o André, que se encontrava em pé na minha frente tão assustado quanto às outras pessoas que saiam correndo desesperadas.
Assim que o monstro apontou para ele o seu ferrão, tudo escureceu e foi como se o tempo parasse. Eu não conseguia me mover nem falar, mas conseguia ver tudo! E eu vi uma figura que logo lembrei serem os rostos da moeda do sonho, só que dessa vez ele tinha o resto do corpo de um humano normal, pelo menos até o pescoço que sustentava uma cabeça com dois rostos em vez de um.
Escolhido de Nyx... Está na hora de fazer sua escolha... – Disse o rosto da direita com uma voz calma.
É moleque! O que vai ser!? – Disse o rosto da esquerda com um tom mais rude.
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Re: A guerra dos primordiais -- By Night†

Mensagem  [WM] Morgado em Seg 10 Maio 2010, 10:07

É cara eu sei que já te falei isso
esta muito boa...
mas eu sou suspeito pra falar....Amo mitologia grega
continue com o bom trabalho.
lerei sem pensar duas vezes ^^
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Capitulo 2 - O renascimento

Mensagem  Night† em Seg 10 Maio 2010, 23:35

Co... Como assim escolha!? O que é isso!? Onde estou!? Quem é você!? Onde ta o resto das pessoas!? – Ele estava tão assustado que não consegui pensar em nada a não ser em perguntas.
Como assim “O que é isso!?” você foi avisado pelos Oniros sobre tudo isso! Não se fazem mais heróis como antes... – O rosto da esquerda falava como se fosse a coisa mais óbvia do mundo que nós estivéssemos sendo atacados por aquela coisa, que só mais tarde eu fui aprender se chamava Mantikhora – Ora não seja tão rude com o rapaz, nós devemos de fato algumas explicações, afinal você sabe como os Oniros são quando se trata de entregar recados... – Disse o rosto da direita em um tom de voz mais brando enquanto olhava André com o canto do olho, assim como fazia o rosto da esquerda já que não havia como os dois lados encararem uma mesma pessoa simultaneamente – Bom primeiramente eu gostaria de nos apresentar, nos chamamos Jango, o deus das escolhas e das portas, e os sonhos que você vem tendo nos últimos 3 dias são manifestações dos Oniros, deuses responsáveis pelos sonhos, tentando lhe avisar sobre o momento em que agora se encontra. Pelo visto vejo que eles falharam miseravelmente... Em todo caso vou lhe explicar. – o rosto da esquerda de Jango fez uma cara como de quem já estava farto de escutar explicações, mas manteve-se calado enquanto o da direita começou a falar.
Você foi escolhido pela grande Nyx, deusa primordial que reina sobre a noite, para receber seus poderes e impedir que o mundo se despedace em uma guerra entre seres muito mais perigosos e antigos que os deuses olimpianos. Para tal feito ela lhe concederá todas as habilidades que ela é capaz de manusear enquanto deusa das trevas superficiais... Porém para que tal coisa seja feita você precisará abdicar de sua vida como humano normal e se dedicar somente a esta missão. – Ao concluir essa frase com uma calma que fazia com que aquilo tudo parecesse algo tão rotineiro quanto escolher a cor da camisa que você pretende sair, Jango, ambos os rostos, fitaram André que permanecia ali, imóvel e mudo. Nunca vou saber o que exatamente se passou na cabeça dele naquele momento, ele tinha a aparência de alguém que acabará de sofrer um susto tão grande que sua alma estava por pouco sendo segurada em seu corpo.
Você... Você quer dizer... – Começou o jovem a formar a frase como se aquilo exigisse um esforço descomunal de cada neurônio que tinha – Quer dizer que de fato existem deuses, deusas, monstros e titãs... E que eu fui escolhido para parar evitar uma guerra entre os deuses primordiais, que são muito mais poderosos que os deuses olimpianos, mesmo que eu jamais tenha sequer ouvido falar em tal coisa... E que eu tenho que escolher entre ver meus amigos e eu mesmo sendo massacrados por um monstro gigante ou aceitar os poderes dessa tal deusa da noite... É... É isso que você quer dizer? – Disse o garoto ainda com uma expressão que misturava espanto, raiva e medo.
Bom... Para por de forma simplista... Sim, é exatamente isso que quero dizer. – Disse o rosto direito despreocupado.
Ha... Haha... HAHAHAHAHAHAHHAHAHA – Não sei dizer ao certo se a cena de ver meu melhor amigo rindo maníaca e histericamente em frente a um ser de dois rostos que lhe estava fazendo escolher entre vida ou morte foi hilária ou terrivelmente assustadora. Parecia que toda a sanidade de André havia sido arrancada e despedaçada com aquela afirmação de Jango. – Sabe Jango... – Dizia o rapaz se recuperando da crise de riso – Durante toda a minha vida eu sempre fui diferente... Mas nem de longe eu pensei que um dia teria que escolher entre me tornar um herói ou continuar tentando me adaptar e me tornando o mais “normal” possível... O que você me propõe é receber os poderes e deveres de um semideus ou continuar tentando viver a vida de um mortal ao lado daqueles que amo... Se escolher o primeiro poderei salvar a eles sem problemas porem não poderei mais conviver com eles após isso por outra mão se escolher a segunda opção posso tentar fugir dali com eles, pondo a vida de todos e a minha própria em risco já que não acredito que tenha muitas chances de fugir de um Mantikhora... – Ele se silenciou por um momento com as duas mãos cobrindo o rosto,conhecia bem a mitologia grega e sabia o que um Mantikhora era capaz de fazer, naquele momento era como se pesasse as palavras que tinha acabado de pronunciar até que voltou a falar. – É óbvia a escolha... Porém eu tenho uma exigência...
Exigência!? Você não ta falando com um de seus amigos moleque! – Disparou o rosto esquerdo de Jango com uma cara de quem acabou de ser ofendido. – E qual é a sua exigência? – Perguntou o rosto direito intrigado.
Quero poder falar com um deles, um deles a minha escolha, depois de acabar com o monstro... – Ele parecia confiante de sua exigência, sua expressão mudara, não era mais um assustado, agora tinha uma expressão confiante no rosto.
Muito bem... Eu concordo. – Dizendo isso o rosto direito deixou escapar um leve sorriso enquanto o rosto esquerdo fez como se desaprovasse a outra metade. Os dois rostos mudaram suas expressões para sérias e disseram em uníssono. – Então que renasça uma vez mais o poder da imortal Nyx em um mortal por ela escolhido! Que renasça Night Assaulter!!
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Re: A guerra dos primordiais -- By Night†

Mensagem  [WM] Morgado em Ter 11 Maio 2010, 16:09

Continua logo XD
eu quero saber o que acontece XD
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Mensagem  Jaum em Sex 14 Maio 2010, 13:52

Kra... vc vai continuar postando ???
gostei da historia e esperaria que vc continuasse
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Explicações e desculpas

Mensagem  Night† em Sab 15 Maio 2010, 08:46

Galera foi mal ai pr não ter postado até então, é que aconteceram uma sucessão de eventos que realmente eu não esperava ai cabou com todos os meus planos friamente cronometrados xD
Anyway sem mais delongas eu lhes dou o Capitulo 3 e amanhã msm(Ou hj a noite) eu posto o Capitulo 4, só falta fazer uma revisão.
Enjoy e comentem \o
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Capitulo 3 - Uma Profecia. A guerra se aproxima

Mensagem  Night† em Sab 15 Maio 2010, 08:54

Assim que Jango acabou sua ultima frase tudo voltou ao normal, com pessoas gritando e correndo em direção a saída, meus amigos corriam e gritavam para que eu e André fizéssemos o mesmo, o Mantikhora parado a nossa frente com o seu ferrão ameaçadoramente apontado na direção de André e eu sentada estática numa cadeira logo atrás dele. Porem dessa vez havia algo diferente... André estava diferente... Era como se ao redor dele soprasse uma brisa gélida como o vento da madrugada.
Morra! – Bradou o monstro lançando um espinho negro em uma velocidade tal que tudo que vi foi um traço negro cortando o ar na direção do peito de meu amigo. Porem ele sequer se moveu, simplesmente continuo parado ali. Ele não havia surpreendido somente a mim, pois o monstro tinha acabado de adotar uma expressão de espanto, foi então que notei que a sombra de André tinha adotado um formato estranho ela havia se espalhado ao redor dele formando um circulo e a parte da frente pelo que pude ver parecia estar erguida como se formasse uma barreira.
Você foi capaz de deter um de meus espinhos, mas será que é capaz de deter uma rajada deles!? – Disse a criatura que adotara novamente a expressão feroz em seu rosto e lançou, com uma única jogada para frente de seu rabo, 5 espinhos todos em direção a André. Minha reação foi me jogar no chão e por os braços em frente ao meu rosto, como se fosse capaz de me defender, mas foi desnecessário, pois quando olhei novamente para frente havia uma barreira negra que ia do chão até o teto bem em frente a André que agora estava virado olhando para mim.
Não se preocupe... Vou acabar com isso sem deixar ninguém se ferir... – Ele disse aquilo com uma calma tão grande que me fez sentir até boba por ter me jogado no chão tentando salvar minha vida.
Ele se virou para frente e a barreira se desfez revelando um Mantikhora com uma expressão que misturava espanto e raiva ao ver que todos os seus espetos haviam sido detidos.
Acho que já chega não é? Suma da minha frente! – Ao dizer isso ele esticou o braço na direção da besta e a sombra se alongou até embaixo da besta e dela uma lança negra saiu atingindo a criatura bem no meio do seu tronco e sumindo logo em seguida, deixando porem a perfuração que causara, o que fez com que ela urrasse de dor e começasse a disparar espinhos pretos para todos os lados, e quando a criatura se virou para rua na intenção de continuar seu acesso de raiva naqueles que estavam do lado de fora uma barreira negra cobriu toda a entrada do restaurante, que a esta altura já estava vazio com exceção de nós, bloqueando uns dez espinhos que haviam sido lançados.
Maldito seja você Night Assaulter!! Se não posso lhe acertar diretamente eu vou levar a todos nós para o Hades!! – Vociferou a besta que, lançando seus espinhos para a cozinha, acertou uns botijões de gás que começaram a vazar. – O grande senhor Érebos terá sua vingança!!
Eu vi tudo como se fosse em câmera lenta, mas sei que aquilo havia ocorrido em algumas frações de segundo. Assim que a besta terminou sua frase lançou mais espinhos em direção a cozinha e nesse instante André se jogou na minha direção formando uma esfera negra que nos protegeu da grande explosão que tomou conta do restaurante e depois disso... Não vi mais nada...
Quando acordei eu estava deitada no chão de um beco com André parado em pé na minha frente olhando para mim. – O que... O que foi que aconteceu? Onde estamos? O que houve com aquela coisa? – Eu disse isso enquanto me esforçava para me sentar e encostar em uma parede.
Cris... Me desculpe... Eu não tinha escolha... Fiz isso por todos nós... Está tudo bem agora, o perigo já se foi... E eu também tenho que ir... – Eu ainda estava fraca, provavelmente desmaiaria a qualquer instante, mas as palavras saíram da minha boca involuntariamente. – Em uma batalha os três irmãos primordiais deverão se enfrentar. Aquele das trevas do castigo aos outros dois enganará. Para evitar que ao principio tudo retorne, tu o poder dos outros deve encerrar. – Após dizer isso encarei os olhos perplexos de meu amigo e me lembro de ter visto uma lágrima rolar de seu rosto antes de perder a consciência por completo.
Acordei em uma cama de hospital, com uma pequena dor de cabeça, olhei para os lados e sentado em uma cadeira ao lado da minha cama Pedro cochilava.
Pedro... Pedro... – Eu chamei o mais alto que meu fraco corpo permitiu e, felizmente, foi alto o suficiente para que o garoto acordasse e olhasse espantado para mim – Você... Você acordou! Ah graças a Deus! Espera só um minuto que eu vou chamar os outros e – Interrompi ele com a única coisa que havia na minha mente naquele momento – Onde... Onde está o André...?
Essa pergunta acabou com todo o animo que ele tinha ganhado ao me ver acordada. – Não... Não conseguiram achar o corpo dele nesses dois dias de busca que se passaram...Mas tudo... Tudo indica que... Ele morreu.
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Re: A guerra dos primordiais -- By Night†

Mensagem  Jaum em Sab 15 Maio 2010, 22:34

Legal, narrador personagem, historia interessante e ambiente também. Eu li os cinco livros e espero que a historia seja boa.
Boa sorte com a narrativa.
Só pra constar vc tem lido as fics do pessoal ? Recomendo Apolo e Ankh que eu pessoalmente estou lendo e acho muito boas. Acho a troca de experiências boa também. Poste mais leia mais e boa sorte com os problemas, que não te atrapalhem a postar ahuhsuahushuashuahuashuahs
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Re: A guerra dos primordiais -- By Night†

Mensagem  Night† em Dom 16 Maio 2010, 00:49

Nada Nada, os probs já foram resolvidos, espero eu q não tenha mais nenhum imprevisto daki pra frente xD
Leio sim kra, tanto a do Morgado e a do Krieger quanto aquelas suas do Really Short Collection e todas elas são muito boas ^^
É q eu quase sempre leio os capitulos enquanto to fazendo alguma outra coisa, tipo jogando rag(Vicio maldito >.<) ai acabo lendo e esquecendo de comentar, mas eu to sempre lendo as fics de tds x)
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Re: A guerra dos primordiais -- By Night†

Mensagem  [WM] Morgado em Dom 16 Maio 2010, 09:44

Muito bom night ^^
mitologia é muito legal ^^
continua com o ótimo trabalho XD
abraços
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Capitulo 4 - Revelações

Mensagem  Night† em Seg 17 Maio 2010, 00:28

Alguns dias depois eu fui liberada do hospital e sai de lá com a cabeça mais atormentada do que quando entrei... Recebi a noticia de que de fato o corpo de André não tinha sido achado nas buscas, mas que não havia como ele ter sobrevivido, disseram que eu mesma tive muita sorte de sair de lá viva "usando a porta dos fundos enquanto o lugar estava em chamas". Mas eu simplesmente não acreditava naquilo... Eu não podia acreditar, afinal, eu vi ele vivo em pé na minha frente, eu vi aquela coisa destruir todo o lugar e eu vi ele lutando contra aquilo... Para piorar o meu estado de quase insanidade, quando sai do hospital recebi minhas roupas e pertences de volta, no bolso da calça que eu usei naquele dia estava um cordão que o André sempre usava, um cordão com um olho de hórus pendurado, junto a um bilhete escrito com a caligrafia dele, fácil de reconhecer por parecer letra de médico, que dizia “Our home, my room at 00:00”, era uma velha mania nossa nos comunicar em inglês. Naquele dia eu estava à beira de um ataque, queria acreditar que tudo que eu tinha visto era só uma alucinação, mas não podia ser! Eu estava com um bilhete dele bem ali na minha mão e com o seu cordão bem ali também, não havia como aquilo não ter acontecido, procurei na internet por noticias sobre aquele dia, se haviam achado o corpo pelo menos daquele monstro que nos atacou, mas nada tinha sido achado, procurei depois pela internet o que seria aquilo e vi que seria um monstro da mitologia grega... Tá agora parece besteira, mas naquele momento eu estava a um passo de ligar pro hospital e mandar virem me internar em um sanatório, pense bem o que você faria se tivesse visto um monstro atacando a você e seu amigo, monstro esse que não deveria existir! Como eu já estava à beira da insanidade qual seria o problema de esperar o meu amigo que estava teoricamente morto à meia noite no quarto dele na nossa casa? Não tinha nada a perder mesmo, então eu o fiz... Quando o relógio bateu meia noite eu já estava sentada na cama dele olhando pela janela como se ele fosse entrar por ali vestindo uma capa vermelha e um collant azul, mas nada aconteceu até meia noite e cinco, então me deitei ali mesmo encarando o teto e comecei a falar comigo mesma – Como você é burra, olha só o que você ta fazendo! Ta deitada na cama de um amigo morto seu esperando que ele venha aparecer do nada! – Não pude evitar que meu olho se enchesse de lágrimas até que ouvi a porta do quarto fechando e então uma voz.
Você não deveria sair por ai dizendo que as pessoas estão mortas sabia? Ainda mais se estiver deitada na cama delas, no quarto delas... Não é uma coisa muito educada a se fazer – Eu sabia quem era o dono daquela voz, mas não pude fazer outra coisa senão levantar da cama com um pulo e ficar encarando aquela figura parada bem na minha frente com aquele típico sorriso sarcástico no rosto. Eu não tinha enlouquecido! Bem ali na minha frente André estava parado e ainda por cima me zoando! Eu corri e o abracei, abracei como se a qualquer momento aquilo fosse acabar e eu fosse acordar na cama chorando, mas não, eu sabia que aquilo era real, que naquele momento eu estava chorando compulsivamente nos ombros do meu melhor amigo.
O que... O que aconteceu!? Você quer me deixar louca seu idiota!? Será que nem morto você consegue chegar na hora!? – Eu estava chorando sim, mas nunca tinha me sentido tão feliz na vida.
Ah vai, me dá um desconto! Será que eu não mereço nem um créditozinho por ter “retornado do mundo dos mortos” só pra te ver? – Ele falava aquilo rindo para mim e eu não tive outra reação senão rir também.
Ele estava um pouco diferente da ultima vez que nos vimos, ele vestia um casaco preto sobre uma camisa de manga também preta, uma calça jeans preta puxando pro cinza, e um tênis preto com alguns detalhes cinza.
É melhor você me explicar tudo! O que foi aquilo que nos atacou, como você fez aquilo com as sombras e por que só eu vi isso tudo! Pode começar a se explicar meu jovem! – Ele sentou na cadeira de seu computador e eu na cama e então ele começou a me explicar tudo o que tinha acontecido, porque tinha acontecido e o que provavelmente estava pra acontecer...
Cris... Eu tenho que te contar algo... Mas antes você tem que me prometer que não vai falar sobre isso tudo com ninguém, absolutamente ninguém! Entendeu? – Ele me encarava com uma expressão séria que eu já conhecia. – Até parece que alguém ia acreditar em mim se eu falasse isso... Diga o que é? – Eu disse, estava apreensiva por saber, até então já tinha sido muita informação para qualquer ser humano, mas eu não podia fazer nada senão estar curiosa.
Cris... Você também... Está envolvida nisso... Na verdade, você é bastante importante nisso tudo... – Ele disse isso encarando o chão como se aquelas palavras pesassem mais do que ele podia suportar.
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Re: A guerra dos primordiais -- By Night†

Mensagem  [WM] Morgado em Seg 17 Maio 2010, 12:21

posta mais....posta mais XDXD
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Re: A guerra dos primordiais -- By Night†

Mensagem  Jaum em Seg 17 Maio 2010, 15:53

Posta mais ... posta mais [2 ]
^^
Continue postando
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty gostei ^^

Mensagem  junw san em Ter 18 Maio 2010, 17:17

cara legal a forma q vc escreve meio em 1° pessoa nunca consegui escrever assim me perco muito, legal gostei fora q mitologia é simplesmente o assunto ^^.
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty vERY gOD!

Mensagem  Lucas em Ter 18 Maio 2010, 20:13

Muito bom!! Adogoo! Esperando por +...
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Capitulo 5 - Um ataque supresa... Uma fuga ainda mais surpreendente

Mensagem  Night† em Qui 20 Maio 2010, 01:23

Cris... Você ta tão encrencada quanto eu nessa história... Você é – Eu tive que interromper ele por que tinha muito medo do que estava para ser dito.
Calma ai! Eu também sou uma escolhida dessa parada louca desses deuses!? – Do lado de fora um raio ribombou em algum lugar do céu, achei estranho pois não havia nuvens, mas ignorei isso enquanto ele voltava a falar.
Não! Não! Fica tranqüila e por favor... Cuidado com a forma que se refere aos deuses... Eles são meio temperamentais sabe... Mas enfim, você não é uma escolhida ou filha de qualquer deus, você é um Oráculo... Bom você vem de uma linhagem de sacerdotisas Pitonista muito antiga e parece que sua habilidade se revelou depois de passar pelo choque de ser atacada por um monstro, não sei explicar direito por que só agora que suas habilidades de revelaram, mas o que importa é que você corre perigo.
Eu estava atônita com tudo aquilo... Tá, uma ou outra vez eu tinha um pressentimento muito forte de que algo ia acontecer e de fato acabava acontecendo mas minha mãe sempre disse que isso era a famosa “Intuição de mulher” não que eu era um Oráculo ou qualquer coisa do gênero – Mas por que EU corro perigo? Não é você que tem os super poderes e tudo mais? Ou você quer dizer que eu também tenho um super poder? – Por um momento eu me imaginei fazendo algo tipo levantando um carro ou algo do gênero...
Bom... Primeiramente, não são super poderes, são só algumas habilidades que eu enquanto escolhido da deusa da noite e das trevas superficiais tenho, tipo controlar as sombras podendo materializá-las em algo como um espeto, uma barreira ou coisa do tipo, ficar invisível para todos, até mesmo para os monstros e deuses e retirar a essência dos poderes dos outros... Sua habilidade é – Ele parou a frase e se levantou rapidamente da cadeira como se tivesse visto um fantasma – Merda! Eles já chegaram! Vamos, temos que sair daqui! – Eu não entendi o que tinha acontecido mas levantei rapidamente.
O que ta acontecendo!? Quem já chegou!? Como assim sair daqui!? – Eram tantas perguntas que não podia me controlar e comecei a dispará-las, mas então senti algo estranho, um calafrio percorreu minha espinha e eu não sabia o que, mas sabia que algo de muito ruim estava para acontecer – Como nós vamos sair? Eles estão vindo pela porta e nós moramos no 3º andar!
Ele foi até a janela e olhou lá para baixo, como se calculasse se morreríamos sentindo muita ou pouca dor se pulássemos dali... Então ele olhou pro céu e começou a resmungar como se falasse com alguém. – Olha eu sei que acabei de aceitar seus poderes e que não nos conhecemos muito bem para que eu possa pedir algum favor, mas se você puder me dar uma mãozinha só dessa vez eu ia ficar muito, mas muito grato mesmo! – Então ouvimos um barulho na porta da frente, o barulho dela sendo quebrada... Por instinto eu corri e fechei a porta do quarto na esperança de que aquilo fosse atrasar o que quer que estivesse vindo atrás de nós. – Sai da frente da porta e vem pra cá! – Disse André, estendendo a mão para porta e fazendo surgir uma barreira negra em frente a ela.
Com quem você tava falando!? Ah deixa pra lá! Como que a gente vai sair daqui!? – Eu estava nervosa mas comecei a ficar mais ainda quando vi ele fazendo uma expressão de quem estava fazendo um esforço enorme, para empurrar algo.
Eu to aceitando idéias Cris... E UMA AJUDINHA DE ALGUEM AI DE CIMA TAMBÉM SERIA BEM VINDA! – Ele gritou isso olhando pro teto como se tivesse certeza de que alguém estava ouvindo.
Não havia saída e eu podia ver que a qualquer momento a força dele ia acabar e o que quer que estivesse do lado de fora ia nos alcançar, mas foi então que nós ouvimos um barulho um tanto quanto inesperado por assim dizer... Eu olhei para a janela e não sei se fiquei contente ou simplesmente muito assustada, uma carruagem completamente negra cravejada com o que pareciam ser pequenos diamantes que brilhavam como as estrelas, puxada por dois cavalos completamente negros, sendo distinguíveis apenas pelos grandes e cintilantes olhos brancos parou bem em frente à nossa janela como se esperasse que nós subíssemos a bordo. – André! Olha! Tem uma... Uma carruagem! – Ele olhou para trás, porém ainda sem abaixar os braços, e deu um esboço de sorriso.
Vai! Pula logo pra dentro! – Ele disse isso pra mim como se fosse completamente plausível pular dentro de uma carruagem que está parada na frente da janela da sua casa que fica no terceiro andar, mas no momento nós não tínhamos escolha a fazer então eu me debrucei na janela e pulei pra dentro da carruagem, e pouco a pouco ele foi chegando para perto da já nela, ainda sem abaixar os braços, até que ele se virou completamente e se jogou pra dentro da carruagem. – Vai! Vai! Ayo silver! Mete o pé cavalinho! – Gritava ele. Os cavalos começaram a galopar e se distanciar do apartamento, mas antes de nos distanciarmos muito eu olhei para a janela e vi 2 soldados, ou pelo menos se vestiam como um, cadavéricos e uma figura entre eles, um rapaz branco, um pouco mais alto que eu e André, tinha longos cabelos negros e cujo rosto não consegui identificar. Ele nos encarava enquanto nos distanciávamos porém ele não demonstrava raiva... Ele deu apenas um pequeno sorriso.
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Justificando...

Mensagem  Night† em Qui 20 Maio 2010, 01:32

Bom senhores oq ocorre é o seguinte... Minha internet é um lixo x)
E assim sendo as vezes ela fica off do nada me incapacitando de postar os capitulos, mas como eu já to sem postar a um tempo excepcionalmente dessa vez postarei dois capitulos seguidos para compensar ;D
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Capitulo 6 - Um esconderijo

Mensagem  Night† em Qui 20 Maio 2010, 01:34

Eu me sentei no canto da carruagem tentando assimilar tudo o que havia acabado de acontecer, enquanto André estava de pé segurando as rédeas parecendo conversar com os cavalos. Nós estávamos voando por cima das nuvens e tudo que eu conseguia ver era um grande e infinito escuro pontilhado de centelhas em um tom de azul quase branco.
Pensei que quem tivesse criado os cavalos tivesse sido Poseidon... Por que você pode conversar com eles se é só um “filho” da deusa da noite? – Eu não tinha GRANDES conhecimentos da mitologia grega, mas sabia de uma história ou outra.
Por que eles não são cavalos... Só usam as formas dos cavalos, na verdade são sombras criadas pela própria deusa Nyx que me ouviram gritar e tiveram permissão de vir me ajudar. Eles dizem que ela tem uma carruagem parecida com essa só que jamais emprestaria a original pra mim... Ei por que vocês acham isso! Eu não guio tão mal assim não é? – Ele começou a discutir com os cavalos embora eu não conseguisse ouvir eles dizendo nada, mas preferi deixar pra lá, a essa altura do campeonato já tinha chegado a conclusão de que tinham coisas que simplesmente devia se deixar pra lá. – Você ta bem? Sei que tudo isso foi muito do nada, mas eu não tinha escolha... Tinha que vir avisar você... Te proteger... – Ele dizia isso como se estivesse decepcionado por não ter sido capaz de fazer nada mais além de segurar os monstros e aquele cara.
Tá tudo bem... Sei que não fez por mal e que você queria que nada disso tivesse acontecido, mas agora é tarde... Pelo menos uma boa defesa você tem – Eu ri ao dizer isso e ele retribuiu o sorriso. – Você viu aquele cara e aquelas coisas? Quem eram?
O cara era o escolhido de algum dos outros dois deuses, ou Érebus ou Tártarus... Não eu não sei de qual dos dois se tratava – Disse ele como que prevendo minha pergunta – Quanto aos soldados esqueléticos são guerreiros do submundo invocados pelo cara.
Agora que me ocorre uma coisa... Como você sabe de tudo isso? Eu sei que você saca bastante de mitologia grega e tudo mais, mas como você sabe como controlar seus poderes e sabe sobre os monstros? – Me levantei e fiquei olhando para baixo vendo a cidade passar como um clarão de luzes. Eu não tinha percebido, mas agora que parara pra pensar não era possível alguém receber poderes e em menos de uma semana aprender a controlar todos eles.
Jango me disse quais eram meus poderes... Depois que eu te deixei ele veio mais uma vez para me por a par de tudo e me disse como controlar todos os poderes, mas deixou claro que ainda ia levar um tempo para que eu aprendesse a usá-los com todo o potencial... Quanto aos monstros é que eles já estão na minha cola a 2 dias, por isso não apareci antes e nem fui ao hospital te ver... Já tinha lido sobre Hades enviar soldados do submundo para combater na terra então associei a aparência deles aos outros dois deuses que querem a minha cabeça e todos os dois tem conexões com o submundo, Tártarus é o deus das trevas abissais e Érebus foi punido pela própria irmã Nyx, sendo lançado no fundo do rio Estige aonde permanece até hoje, e o rio Estige fica exatamente no submundo... Por isso não sei dizer de qual dos dois aquele cara era o escolhido, mas historicamente falando Érebus tem muito mais motivos para querer o escolhido da irmã morto do que Tártarus então por enquanto ele é o meu suspeito. – Nós começamos a perder altura e só então notei como tínhamos nos distanciado, a cidade era apenas um ponto luminoso ao longe, nós estávamos sobrevoando o que parecia ser o centro de uma pequena cidade e íamos em direção a uma praia ainda um pouco ao longe. Fomos desacelerando pouco a pouco até chegarmos e pousarmos suavemente nas areias de uma praia que se encontrava deserta.
Aonde nós estamos? – Eu olhava em volta do lugar tentando reconhecer, mas para mim parecia ser só alguma cidadezinha litorânea qualquer. Nós descemos da carruagem, André se despediu dos “cavalos” e pediu que agradecessem a Nyx quando a encontrassem. Então eles voltaram a cavalgar e levantaram vôo logo sumindo de nossas vistas, misturando a carruagem com sua parte cravejada e brilhante ao resto das estrelas no céu.
Nós estamos em Itaipuaçu. – Disse André sorrindo e olhando em volta como se tivesse boas recordações do local.
O que é isso? O nome de mais algum outro monstro? – Ele riu e nós começamos a andar até chegarmos a um pequeno condomínio branco aonde me disse que tinha uma casa que seu pai sempre deixara a chave com ele, mas que tinha vindo poucas vezes sozinho e que nós iríamos ficar por ali enquanto ele organizava um plano de ataque ou pelo menos de defesa contra quem quer que fosse que estivesse nos seguindo.
É melhor você ligar para sua família e avisar que saiu de férias... Diga que foi por causa de tudo que aconteceu e peça a eles para trancarem sua matricula ou fazer algo do gênero na faculdade. – Ele dizia ao entrarmos na casa, que se encontrava surpreendentemente arrumada. Agora que eu parava para pensar, hoje seria o “enterro” pelo menos simbólico dele então ele não tinha a quem avisar... Eu disse que ligaria mais tarde, pois ainda eram 4 da manhã e que era melhor nós irmos dormir, havia sido um dia mais cansativo do que qualquer outro que nós já tivéssemos tido.
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Re: A guerra dos primordiais -- By Night†

Mensagem  [WM] Morgado em Qui 20 Maio 2010, 09:47

Muito bom Night
Fico na espera dos próximos ^^
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Re: A guerra dos primordiais -- By Night†

Mensagem  Night† em Qui 27 Maio 2010, 02:29

1º um esclarecimento.
Pois é meus bons leitores e amigos escritores, como podem notar eu tenho estado ausente não por preguiça mas por uns probleminhas técnico-familiares. Meu pai foi internado ontem(quinta feira, dia 26) para uma cirurgia na coluna, um problema antigo de hérnia de disco que se agravou atualmente e por tanto eu estive meio ocupado resolvendo algumas coisas para ele já que ele não conseguia andar direito e quando chego em casa estou cansado e só penso em dormir >.<
Não sei com que frequencia vou poder postar, mas sempre que puder postarei. Gostaria de pedir desculpas pela ausência e a compreensão de todos ^^
Agora que já falei para caralho um pouco, aqui vão alguns capitulos novos.
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Capitulo 7 - Um novo aliado

Mensagem  Night† em Qui 27 Maio 2010, 02:39

Naquele mesmo dia acordei às 8 horas, André já estava acordado e pela aparência dele sequer tinha dormido. Liguei para minha mãe e depois de uma longa conversa consegui convencê-la de que estava tudo bem e que eu tinha resolvido sair em umas férias para esfriar a cabeça de tudo aquilo que havia acontecido.
Agora que você já avisou a ela, podemos ir – André disse isso enquanto estendia algumas notas para mim. – Tem alguém que pode nos ajudar...
Ajudar? Você está dizendo que tem alguém aqui que pode nos ajudar a lutar contra monstros e semi-deuses? – Aquilo era no mínimo engraçado, quem naquele fim de mundo poderia fazer qualquer outra coisa que não chamar uma ambulância para nos levar pro manicômio caso disséssemos pelo que estávamos passando.
Bom meu pequeno gênio, se você ainda não notou, nós não temos armas para lutar contra os monstros ou contra os semi-deuses e só tem uma pessoa que eu conheço que teria espadas guardadas dentro de casa... Sidney. – De fato agora que parava para analisar nós não tínhamos realmente nada que pudéssemos usar contra os monstros a não ser as habilidades dele, mas foi então que uma coisa me ocorreu.
E por que nós iríamos atrás de espadas para lutar contra essas coisas? Por que não pegamos uma pistola ou algo do gênero? – Não é por nada, mas eu nunca tinha manejado uma espada na minha vida então apertar um gatilho me pareceu bem mais fácil.
Por que eu não sei aonde nós conseguiríamos armas de fogo e mesmo que conseguíssemos só os deuses sabem quantos monstros ainda vamos enfrentar, e eu não quero ficar sem munição no meio de uma luta contra algo como um Mantikhora, Então vamos ter que fazer as coisas do jeito antigo. – Ele tinha um ponto de vista válido, mas ainda tinha uma coisa que ele não tinha me explicado, como nós convenceríamos Sidney, um amigo nosso que havia se mudado pra esse lugar já havia algum tempo, a ajudar o seu melhor amigo que estava “morto” a lutar contra monstros da mitologia grega. Felizmente acho que ele se lembrou desse pequeno detalhe e continuou a falar. – Eis o que nós vamos fazer... Nós vamos até lá e eu vou ficar invisível, depois que entrarmos na casa dele pode deixar que eu falo com ele.
Aham, só um detalhe, por que você acha que ele não vai surtar ao ver o melhor amigo dele que supostamente estava morto aparecer na frente dele? E ainda sim julgando que ele não surte por que diabos ele acreditaria em toda a história dos monstros gregos e etc? – Uma coisa era eu ter acreditado e me envolvido naquela loucura, afinal eu estava lá e vi o monstro nos atacar no restaurante, mas por que uma pessoa de fora completamente alheia a tudo acreditaria em toda essa insanidade?
Bom... – Começou ele ainda pensando num bom motivo para levar aquele plano adiante – Se ele for capaz de não surtar ao me ver na frente dele... Acho que acreditar nos monstros gregos vai ser moleza não acha? – Eu realmente não sei porque me dei ao trabalho de tentar fazer as coisas do jeito lógico... No final acabamos partindo para a casa do Sidney e eu só desejava que ele não tivesse um ataque enquanto passava por aquilo... Mal sabia eu que tínhamos muito mais para nos preocupar do que com um amigo assustado.
Chegamos na casa dele por volta das 9:30 e como o planejado André estava invisível logo atrás de mim quando bati na porta. Ouvi a voz já conhecida de nosso amigo gritando um “Já vai” alguns segundos antes dele abrir a porta. Junior sempre foi maior que eu e André, talvez pelo fato de que não o via a algum tempo ele parecia maior, mas como sempre seu rosto se abriu num largo e amistoso sorriso ao me ver.
Cris!? O que você faz por aqui? Por favor entre! – Disse ele saindo da frente da porta me deixando entrar, como também não conseguia ver André apenas torci para que o tempo que fiz ele manter a porta aberta com o pretexto de tirar meus tênis tivesse sido suficiente para ele entrar.
Junior... Quanto tempo – Dei-lhe um abraço – Onde está a Lucy? – Lucy era como chamávamos Luciana, a namorada de Junior.
Ah ela foi ver a mãe, me parece que ela precisava de uma ajuda com mudanças ou algo do gênero... Mas me diga... O que você faz por aqui? Eu fiquei sabendo do que aconteceu com o André e com você... Estava indo me arrumar para ir para o funeral... – Enquanto ele dizia isso não pude deixar de notar o quanto isso parecia abatê-lo, ele e André já se conheciam a mais de 19 anos... Eram como irmãos...
Bom... Sobre isso... É que – Não tive a chance de terminar a frase e, honestamente, não saberia como fazer isso caso tivesse que fazer. Fui interrompida pela visão de André aparecendo bem atrás de Junior e colocando a mão em seu ombro.
Pode cancelar a sua viagem então meu irmão... Vou precisar de você por aqui. – Disse André com uma voz calma e suave. A reação de Junior? Bom, foi exatamente o que se esperaria de qualquer pessoa normal... Ficou estático onde estava, com os olhos vidrados no nada e boquiaberto... Até que ganhou coragem e se virou para encarar o amigo “morto”.
An... André...!? ANDRÉ!? MAS... MAS VOCÊ MORREU!! NÃO FOI!? – Tá eu admito, não consegui segurar e dei um pequeno risinho... Talvez por que eu já tivesse passado por aquilo parecesse tão engraçado.
Cara, que mania feia que vocês tem de ficar falando que os outros estão mortos quando eles estão bem na sua frente, em algumas culturas isso é motivo de guerra sabia? – André sorria largamente enquanto dizia isso enquanto Junior simplesmente se sentou no sofá com as duas mãos na cabeça tentando assimilar tudo aquilo.
É isso...? Eu to começando a enlouquecer de vez mesmo Cris? Ou eu realmente to vendo o meu amigo morto na minha frente? – Ele olhava ora pra mim ora para André como se estivesse na esperança que iria acordar a qualquer momento.
Não... Você não enlouqueceu... Seu amigo morto realmente está vivo e parado na sua frente... – André sorriu e fez que sim com a cabeça quando Junior o encarou mais uma vez.
E eu agradeceria se vocês parassem de me chamar de morto sabia? Isso não é exatamente uma coisa legal de se ouvir... – Disse André em seu tom de brincadeira usual.
Eu não acredito... Eu simplesmente não acredito que mesmo depois de morrer você continua tendo esse senso de humor escroto de sempre... Realmente só pode ser você... Nenhum outro espírito seria tão babaca assim... – Junior agora encobria o rosto com as mãos, mas ele não estava mais assustado, simplesmente começou a rir ao passo que André o acompanhou e começou a rir também... Claro que eu comecei a rir e cogitei a possibilidade de, de fato, estarmos todos perdendo nossa pouca sanidade restante.
André se sentou ao lado de Junior e explicou tudo que havia acontecido, sobre os monstros, sobre a profecia e a guerra que estava para acontecer. Surpreendentemente ele não ficou tão confuso assim com toda a história, acho que André estava certo quando disse que se ele fosse capaz de não surtar ao ver o amigo morto na sua frente, seria perfeitamente capaz de aceitar a história dos monstros.
Agora que já te pus a par de tudo isso preciso que você pegue as espadas que você tem guardadas... E que você me ajude. Eu vou precisar de toda ajuda que tiver se quiser enfrentar essas coisas que vão vir atrás de mim... – Naquele momento eu tive um flash, uma espécie de visão e eu pude ver claramente umas mulheres que tinham da metade da cintura para baixo dois corpos de cobra invadirem a casa empunhando espadas e partindo para cima de nós.
André... – Disse eu encarando a porta – Acho melhor vocês se prepararem rápido... Vamos ter companhia em breve... – Ele me olhou assustado, já sabia do que se tratava. Junior correu até a estante que ficava no canto da sala e empunhou duas espadas médias, tinham um estilo medieval, cabos de aço com detalhes e lâminas afiadas, enquanto André ficava de pé em frente à porta aguardando a entrada do que quer que fosse aquilo que estava vindo.
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A guerra dos primordiais -- By Night† Empty Capitulo 8 - A batalha, a fuga e um quase plano

Mensagem  Night† em Qui 27 Maio 2010, 02:47

Cris, vai pro canto da sala e se proteja – André não precisou falar duas vezes para que eu me levantasse as pressas e me recolhesse no canto mais distante da porta possível. – Junior... Espero que você não esteja enferrujado de mais... Parece que a diversão vai começar... – Um objeto saiu da sombra do braço de André e se solidificou em uma espada, que agora parecia ser feita de um metal completamente negro em vez de sombras, bem na hora que a porta foi arrombada e por ela entrou uma mulher, ou pelo menos metade de uma já que a metade da cintura pra baixo pareciam dois corpos de cobras, vestindo uma armadura grega. Imediatamente uma sombra se esticou de debaixo de André e assumiu a forma de um espeto negro que perfurou a mulher cobra, que explodiu numa nuvem de cinzas, infelizmente ela não viera sozinha e mais duas entraram logo em seguida se esquivando dos espetos que sugiram e partindo para cima de André e Júnior. Ambas as mulheres cobra empunhavam espadas e começaram a travar uma luta contra os dois amigos, ambos conseguiam se defender bem, porém seus ataques também eram defendidos pelos monstros sem muita dificuldade.
Esssssssse é o sssssseu fim filho de Nyxxxx, em breve o messsstre chegará e ssse encarregará de mandá-lo para as profundezasss do Tártarossss – Sibilou a mulher que lutava contra André enquanto bloqueava um golpe dele.
Sinto te desapontar filhote de cruz credo – Disse André enquanto trocava golpes contra o monstro – Mas eu tenho uma guerra pra impedir e não dá pra esperar seu mestre chegar. – Eles trocaram mais uns golpes, mas em um bloqueio mal feito do monstro André conseguiu desarmá-lo e cortar a sua cabeça fora, fazendo-a explodir em uma nuvem de poeira, ao mesmo tempo em que a segunda mulher teve os braços cortados por Júnior que em seguida a decapitou formando mais uma nuvem de poeira. – Júnior me diz, por favor, que a Lucy não levou o único carro de vocês!
Não, ela disse que era melhor deixar comigo já que eu ia ao seu funeral e tudo mais... Por quê? – indagou Júnior
Por que a gente tem que sair daqui agora, antes que os reforços cheguem! – Disse André largando a espada negra que simplesmente se desfez.
Nós corremos para o carro que estava estacionado do lado de fora da casa, uma pick-up grande e prateada e partimos a tempo de vermos uma viatura da policia passar em alta velocidade por nós, provavelmente para averiguar uma denuncia por parte dos vizinhos que devem ter ouvido o barulho da luta e da porta sendo despedaçada.
Pra onde exatamente estamos indo? – Disse Júnior ainda meio desconcertado por ter que deixar sua casa tão repentinamente e por motivos... Inesperados digamos.
Pra qualquer lugar... Você não conhece algum hotel por aqui não? – Disse André. Nós não tínhamos mais nenhum outro lugar para ir, então estávamos realmente desnorteados dessa vez.
Gente... – Eu tinha uma pergunta que precisava ser respondida. – Como raios vocês sabem lutar com espadas tão bem assim?
Bom... Eu simplesmente sei... Pelo que Jango disse, esse anel – Disse André mostrando um anel prateado com algumas inscrições encravadas, que ele tinha no dedo indicador direito. – Contem as memórias de todos os “Night Assaulter” dos séculos passados, foi por isso que eu fui capaz de matar aquele Mantikhora e nos salvar daquele lugar mesmo sem nunca ter usado os poderes antes e é por isso que eu sei lutar... Basicamente esse anel é o objeto que sela os poderes de Nyx dentro de mim. Já o Júnior simplesmente sabe por que já fez anos e mais anos de Kung-Fu além de ter feito alguns meses de Kendo há um tempo. – Realmente tinha me esquecido que apesar de ter se formado em ciência da computação Júnior já havia sido um exímio lutador de Kung-Fu tanto desarmado quanto com algumas armas que ele aprenderá a manejar lá. E também ainda não tinha notado o anel no dedo de André.
Nós andamos por mais umas horas até acharmos um hotel, aonde decidimos nos hospedar até decidirmos um plano de ação. Decidimos que os três ficariam no mesmo quarto, pois seria arriscado se dividir naquele momento, e, depois de pagarmos uma taxa extra, conseguimos negociar uma cama para cada um, isso ainda era por volta de umas 14:30. Júnior ligou para sua namorada e disse que ela deveria ficar com a sua mãe no Rio, ele disse que havia saido para fazer compras e quando chegou em casa viu que ela havia sido invadida, mas que nada de mais havia acontecido. Funcionou bem, a ultima coisa que precisávamos era de mais uma pessoa tendo que se arriscar.
Bom pessoal, acho que tenho um plano. – Disse André, se sentando na beira da sua cama que ficava entre a minha e a do Junior. – Primeiro eu vou me entender com o escolhido de Érebos, já que ele quem fez o primeiro movimento e decidiu começar a caçada. Quando eu tiver acabado com ele, vou me entender com o escolhido de Tártaros, embora esse ai ainda seja uma incógnita pra mim...
Tá bom gênio da guerra – Disse júnior se sentando encostado na cabeceira de sua cama. – E o que te faz tão confiante de que pode acabar com o seu meio primo assim tão fácil? Pelo que eu vi até agora o cara deve ter uma boa quantidade de guarda costas.
É pra isso que eu conto com você meu bom e fiel escudeiro. – Disse André sorrindo debochadamente para Júnior que replicou com um olhar de desprezo. – Enquanto eu acabo com o chefe você garante que os outros não vão interferir.
Ah claro, por que eu e meus clones das sombras realmente conseguimos fazer isso facilmente. – Era impressionante como aqueles dois conseguiam fazer de tudo uma piada. – Você não tem nenhum amigo semi-deus que possa nos dar uma mãozinha não? Sei lá alguns filhos de Ares talvez.
Não... Eu sou novo nesse meio sabe... E acho que os filhos dos deuses olimpianos não se meteriam numa batalha entre os filhos de dois deuses que vieram antes mesmo dos titãs... Tá parece que vamos ter que pensar em um plano melhor então... – Disse André se deitando e encarando o teto.
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